| Porto do Arenque. |
Para Malakir, um rolo de pergaminho, tirado da coleção real.
A Barristan foi dado um arco, "pertenceu ao antigo guarda-costas de meu pai, o Ogro, cuja força era prodigiosa."
Rog recebeu uma lança de arremeço. Nadja um colar da própria Emma, "Use-o ou venda-o conforme sua necessidade".
"Essa adaga é uma réplica da adaga do Gral Ulfhednar, mestre anão". E a mim, a armadura de Cotarr Pikeson, pois segundo o jovem jarl, ela condiz com as armas de um Horn.
Após os presentes a Sra nos pediu que ajudássemos a livrar Kjord da Besta. A meu ver um pedido redundante, pois minha obrigação como guardião é a proteção do reino. A recompensa ofertada de toda forma nos será útil.
"Após lidarem com besta, me procurem pois tenho notícias sobre um certo andarilho vermelho, pois meus agentes me informaram sobre a chegada de um certo navio mercante."
Decidimos nos separar. Rog, Nadja e Grimm iriam verificar informações na vila portuária. Eu e Malakir ficamos no arredores do salão, ajustando minha armadura e nos preparando. Sir Gideon ficou com sua tia, confabulando.
Stenon Gwaterson.
Frio, um vento frio cortava até minha resistência natural contra o clima. Algum lugar na vila um homem caminha em direção a uma pira apagada. O homem de preto caminhava somente com a sombra do homem lobo ao lado, quando a besta se aproxima. Barghesh! Sua força aumenta à medida que se aproxima do caminhante negro, meu coração se comprime. Ao chegar à pira, ele faz um gesto, como que chamando alguém. Sorrindo, sempre sorrindo. Um vulto se levanta, sem um dos braços...Cotarr! Agora são quatro, e se viram em minha direção, uma gota de suor desce em minha fronte, real, sinto o gosto salgado quando ela atinge meus lábios. O Visonário, Cotarr renascido como alguma cria de Hella, o Homem lobo e Barghesh, a besta de Kjord, livre e mais poderosa, tomando o lugar do falecido Louco Jack.
"Sonhando comigo novamente, khilasa? Não, isso não pode ser! Isso vai lhe custar, sim!"
Sua mão começa a sangrar, e com isso sinto uma forte dor em minhas mãos! Elas sangram, e sei que acordarei banhada em meu sangue.
"Vocês acham que diminuem minhas forças? Elas só aumentam!" E ao longe, olhos vermelhos brilham na escuridão, Yoren!!!
Acordei, minhas mãos feridas realmente. Foi um aviso, ele pode me ferir em Todash (sonhos proféticos dos Khilasas). Falei de meu sonho ao meu novo Kah-tet.
Nadja.
Rog e Nadja foram ao mercado de peixes. Bom, me atrapalhariam a buscar a informação que queremos.
Me dirigi à taverna local (Porto do Arenque). Comece pela taverna, sempre! A bebida é a maior contadora de segredos.
Na taverna um grupo de marinheiros da Cia Mercante bebiam e cantavam a canção 7 Dias. Bela letra, aposto que foi um anão que a escreveu.
"O que bebemos, durante 7 dias, o que bebemos..." Duas pessoas me observam.
"...bebemos juntos, nunca sós..." Me desloco próximo ao balcão, longe da música, vamos ver o que conversam meus observadores.
"...quando lutamos, lutamos juntos, não a sós..." São informantes, agentes do Jarl. Parece que a doce Emma é mais raposa velha que imaginei. Melhor sair daqui, já tenho algo. A Cia Mercante está no porto, se alguem sabe algo sobre o que acontece aqui, eles saberão. Hah!!! Mercantes, hah. Vikings, isso sim!
"..morremos juntos, nunca a sós..." fecho a porta atrás de mim e a música cessa. Vamos aos mercadores.
Passei pelo protocolo: Fingi querer transporte, fui ao almoxarife, ele me indicou a Sra Traiane. Essa não é apenas uma raposa, mas uma raposa perigosa, pelo menos é sua fama. Bem vamos conhecê-la então.
"Senhora Traiane", pelas barbas de Onsd, que mulher imensa! "Venho em busca de transporte para Kjar", imaginem Sir Gideon nessa conversa, seria como enviar uma ovelha na caverna de lobos, hah!
"Transporte de mercadoria ou você mesmo viaja, mestre anão?" Hah, raposa velha, conhece bem a gíria dos portos.
Voltei aos meus amigos no mercado dos peixes. A gorda Traiane, líder da Cia Mercante sabe de nosso amigo vermelho. Ela nos dirá, por um preço, e até nos leva aonde o deixou, se fizermos algo por ela. Uma missão de 10 dias.
"Longe tempo, caçar grande besta antes" disse Rog.
"Vamos ter com Stenon e Malakir" disse Nadja.
Grimm.
Irmão Ulfer foi extremamente prestativo. O velho clérigo tem um carisma invejável. Me forneceu todas as ferramentas necessárias para ajustar a armadura.
No caminho da forja uma visão chamou minha atenção. Uma pira funerária estava em construção. Me aproximei.
"Irmão Ulfer, se importa que eu examine os corpos?" perguntei. "De maneira alguma, algo o incomoda?"
"Sim, mas não deve ser nada demais. Chame Malakir, por obséquio."
Três mortos. Dois eram guardas atacados por cães selvagens, na noite da besta. O terceiro era Cotarr. os corpos enfaixados em panos embebidos em óleo. Mas Cotarr, algo estranho, uma marca.
Malakir chegou e foi logo jogando seus apetrechos no chão. Já vi abutres descerem a carcaças, mas Malakir seria o rei abutre, penso eu. Médico, ele se autodenomina. Abutre-rei, eu imaginei.
"Impressionante, mais sinais mágicos. Lidamos com um gênio da invocação, a árvore deve ajudá-lo. Usei minha leitura mágica, são símbolos de captura e invocação. Creio que encontraremos Cotarr novamente! Ah, o invocador usa este símbolo que não consegui decifrar, parece religioso, suas invocações são todas em nome do símbolo. O que significa, Stenon? "
Sagrados deuses!! Que Heimdall nos proteja, o símbolo da Discórdia!! Lorac, o caos!
Rog, Nadja e Grimm retornaram. Nos atualizaram de suas descobertas e nós fizemos o mesmo.
"Bom, creio que devemos visitar as ruínas novamente." disse Nadja. "Caixa" respondeu Rog.
"Então vamos...", começou a dizer Grimm e parou. Uma estranha carruagem se aproximava. Colorida, coberta de gizos e panos, um burro puxava. Os khilasas chegavam a Kjord...
Stenon.
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