terça-feira, 31 de julho de 2012

Ode aos Skodgramr (guarda do rei), conhecidos como os capas vermelhas!!

Este trecho foi escrito pelo Thiago, quando ele ainda jogava rpg e estava querendo criar uma ordem chefiada pelo Ulfednar. Como por fim o personagem acabou general dos Skodgramr, o texto virou uma ode, um rito e canção, cantada pelos capas vermelhas em momentos de festa ou quando querem mostrar seus valores.


"Odin só abre as portas de seu salão
àqueles dignos da Boa Morte
O limbo é o lugar do poltrão
Por isso, seja bravo, homem do norte

A palavra dada e o pacto feito
São, na vida, o que há de mais forte
O traidor e o mentiroso não merecem respeito
Por isso, seja honrado, homem do norte

O inverno é o juiz perfeito
Leva o fraco e deixa o forte
Dá a cada um, segundo seu direito
Por isso, seja justo, homem do norte

Honra sua ordem e sua família
Pois o homem que é só
É como o lobo sem matilha
e curta será sua trilha

Vermelho é o seu manto
Odin sempre o manterá forte
Não permita que o inocente derrame seu pranto
E sua glória derrotará a morte."


sexta-feira, 20 de julho de 2012

A noite dos mortos vivos (ou Gnoll de Tróia!!)

Derrotamos os homens que aprisionavam o gnoll! Meu lorde estaria orgulhoso, rendi três deles sem que sequer sacasse a espada. A cavalaria é mesmo uma bela arte.
Amarramos os homens, almas perdidas, mercenários. Interrogamos os três, são capangas, contratados ignorantes. Devem ser levados para que o lorde Jarl pratique sua justiça, não ao Cotarr, pois esse parece envolvido nos crimes, portanto aguardar seria mais prudente.
Segundo os capturados, o gnoll seria levado a uma antiga ruína, e lá deixado para qualquer que seja o destino que o esperasse.
A khilasa estudou o destino de Rog. Servos escuros o aguardavam em seu destino. Depois de muito confabular decidimos nossa rota de ação.
Nos disfarçamos de mercenários e conduzimos a carroça com a caixa para as ruínas descritas pelos homens de Cotarr. O gnoll segue dentro da caixa, com amarras falsas, numa espécie de armadilha (creio já ter lido algo sobre isso, um conto infantil talvez, a cidade de Príamo se não me engano).
Afastamos a carroça com os  mercenário amordaçados e presos. Nos posicionamos em um meio círculo a cerca de 100 metros da caixa, deixada no centro das ruínas. E ali observamos!
Não demorou muito e pessoas (vultos delas, pois a iluminação da lua é fraca) se aproximaram da caixa. Grimm sorrateiramente se aproximou. Aguardamos! Algo não está bem...
Seis dos vultos correram na direção de Grimm, o anão foi descoberto! Eles caminham de forma estranha, não são homens, não mais!! Heimdall nos ajude, são mortos!!! Os mortos caminham na noite!! Montei em meu cavalo e parti em direção a Grimm, ao longe escuto Stenon e Nadja a galope. O gnoll corre perigo!!
À batalha!!!!

Sir Gideon Ulfednarson.

domingo, 15 de julho de 2012

Charadas no escuro...

...o fogo precedeu símbolos de invocação!!! Anotei-os da melhor forma, e amanhã com a magia apropriada irei decifrá-los. A besta sofreu uma mutação quando saiu do círculo de fogo, como se sua presença em nosso plano fosse uma ofensa à realidade. Os símbolos devem conter a explicação! Oh deuses, ela se aproxima, há cães por todas as partes! "Mais uma morte e eu virei por você e pelos seus". A besta falou em minha mente, ela é inteligente, ameaçadoramente inteligente. Fantástico!!!

Malakir.

...tolos sem pelo. Um penhasco ou paredão não é defesa, não para o povo. Homens sem símbolos desenhados protegem o salão. Subirei pelo guarda-animais e os surpreenderei. Os animais estão agitados, devem ter captado meu cheiro, mas os sem pelo são tolos, não dão atenção aos instintos dos animais, ainda tenho a surpresa do meu lado!
Mais um sem pelo se aproxima, conterei meu ataque. Um franzino homem com mantos negros... Stenon me falou sobre algo que o velho nos contou: "Ele disse que devemos enfrentar o viajante negro no presente e encontrar um viajante vermelho para entender o.passado, charadas meu amigo Rog..." Pois bem, eu o enfrentarei! Os animais estão ainda mais ansiosos, algo não está normal, sinto os pelos da nuca se eriçarem. Magia!!! O homem de negro olhou em minha direção, me afastei, usarei a prudência que Huo me ensinou.
Malditos cavalos, sua agitação chamou a atenção dos homens, o de negro está procurando por algo, me perdoe Huo, mas é hora de agir...O telhado de turfa abriu-se perante meu poderoso machado, são 7 animais, vou liberá-los e na confusão gerada atacarei. A porta se abriu, assustei dois animais na direção, os homens caíram, vou liberar mais animais, só preciso...Aaaargh, maldição, magia negra, trapaça!!! Meu corpo não responde, algum malefício foi liberado sobre mim, covardes!! O homem de negro se aproximou: "Belo espécime, eu o quero para minha coleção". Ele conhece a língua!


Rog.


De supetão um homem entra na taverna, tudo para. "Os animais estão loucos, estão atacando a cidade!!" Corri para a janela, são cães, estão dominados eu posso ver. Cerrei a janela, flechas estão voando do andar superior, Barristan e Grimm estão cientes e agindo, pobres animais. Os cães não conseguirão entrar, estamos seguros aqui.
Barristan desceu. "Taverneiro, há alguma saída pelos fundo?" "Sim, para os estábulos, por aqui". Perguntei pelo anão, mas parece que ele subiu ao teto e continua a atirar nos cães. 
Os cavalos estão muito agitados, não conseguiremos sair com eles enquanto os cães estiverem de fora. Procurei uma janela no estábulo, Barristan chutou a porta e começou a lutar contra dois cães, Grimm escorregou pelo telhado e também ataca os animais.
O que faria com que animais normalmente dóceis atacassem de forma suicida? Porque a taverna? Pobres cães!


Nadja.


...Partimos em dois cavalos, eu e Grimm, Nadja e Stenon. Os cães tentavam nos manter na taverna, algo está acontecendo em outra parte, e que comanda esses animais com certeza entende algo sobre batalhas. Chegando à vila principal de Kjord já percebi a intensa comoção, pessoas corriam, animais assustados, milicianos em polvoroza. Carecem de guardas vermelhos por aqui! Fomos diretamente em direção a Cotarr, o castelão. "O que acontece? Podemos ajudar!" comecei. 
"Saiam daqui ou meus homens os expulsarão! Já está sob controle". E assim fomos duramente tratados por Cotarr, que para um capitão de Kjord, estava nervoso de uma forma exagerada. Se Cotarr está envolvido nisso tudo, algo não está saindo conforme o planejado.


Barristan.


Fui carregado para uma jaula escura, amarrado e ferido. O povo não trata seus inimigos assim. As cordas não cedem, mestre Huo fala em minha mente "Filhote, nem tudo será resolvido pela força, o povo foi agraciado com o instinto e a inteligencia". Sinto o cheiro do desespero ao meu lado, há mais alguém aqui preso. "Tok gush" (Noite ruim). "Nah gush tok prakah", respondeu para minha surpresa o estranho ao lado. (A noite será ainda pior)
O prisioneiro ao meu lado é louco jack, e pelo que Stenon me disse, é o acusado dos crimes em Kjord, mas sua história, segundo ele, é bem diferente. 
"Gnoll, eu estou perdido, e esta noite a besta virá me consumir, pois fui ganancioso e tolo e segui as ordens do Visionário Negro! Eu era um humilde vendedor de unguentos e ervas, e ele me falou de sua maravilhosa visão, e me prometeu fazer parte dela. Minha missão era simples: ir à vila de Kjord, apresentar-me como vendedor de plantas e descobrir cinco crimes hediondos. Aos poucos a oportunidade foi aparecendo, pois espalhei que conhecia venenos outras ervas proibidas. Kalkestin assassinou sua mulher com veneno comprado de minhas mãos, pois desconfiava que ela o traísse. Arbed espancou a filha até a morte do neto, sua esposa me procurava para ervas que a protegessem de engravidar, pois não queria sofrer o mesmo que a filha, expulsa da cidade. Leuvarden assassinou o irmão, em busca de herança, um punhal envenenado, mais uma de minhas ervas. A morte de Borus, o irmão ajudou a encobrir a verdadeira intenção do Visionário, pois Borus era um homem justo, e o homem negro só desejava a morte dos criminosos. Por fim, o bardo, um abusador de garotas, uma delas, já abusada me procurou pelo mesmo motivo da mulher de Arbed. O quinto deve ser eu, afinal, vendi ervas e unguentos que fomentaram crimes! Oh estou perdido! Pois o Visionário invocou a besta, e para que ela fique livre e desimpedida, basta que ela consuma cinco almas pecadoras. Então ela estará livre para matar, com os poderes totais. Percebes a grandiosiadade do meu crime?"
"Cotarr", respondi.
"Servo do visionário, me prendeu pois pretendia contar meus crimes e talvez expirá-los. Ele me disse, que não haveria confissões, o homem de negro não as permitiria".
Homens interromperam nossa conversa, uma pancada na cabeça....escuridão!

Rog

Malditos homens e suas leis, lordes e castelões! Expulsos de maneira ridícula pelo castelão. Encontramos o fracote do Malakir. MInha vontade é largar esse lugar e deixar que essa besta os devore a todos. Enquanto Malakir nos contava seu encontro com a besta, parece que o garoto tem alguma coragem afinal, uma estranha carroça desceu proveniente do salão. Carregava uma enorme caixa de madeira. Quando passou por nós, a khilasa pareceu sentir algo. Mulheres élficas, estranhas como um Rothe de duas cabeças! "Rog está preso, naquela caixa, ele se senti só e com raiva, precisamos ajudá-lo", disse a pequena.
Acompanhamos a carroça, que era protegida por sete homens, dois deles a cavalo, por quase três horas. Ela passou pela vila dos fazendeiros, e seguiu em direção as fazendas. "Temos de agir logo, antes que cheguem ao local que pretendem. Eles não levam mantimentos, logo deve ser algum local próximo." Barristan parece saber uma ou duas coisas sobre preparação, mas agora vou ensiná-lo sobre o elemento surpresa.
"Causem uma distração. Conversem com eles vocês a cavalo, por apenas alguns minutos e depois voltem a segui-los a distância. Esperem meu sinal." E assim, enquanto Barristan e Nadja entretiam nosso alvo, me esgueirei por trás da carroça, abri a tampa de madeira da caixa gigante e entrei. Rog estava amarrado e inconsciente. Cortei suas amarras e o acordei, fiz sinal de silêncio, a bola de pelos entendeu. Esperei que desconfiança dos guardas passasse após a estranha conversa que tiveram com Barristan e Nadja, e então me esgueirei para fora da caixa. Droga, um ruído, o cavaleiro à direita me viu... "Veja isso maldito" e arremessei minha adaga, certeira. O cavalo girou e caiu, pude ouvir suas costelas se partindo com a queda. Pulei para trás da caixa, Rog se levantou e arremessou a tampa no assustado cocheiro. Espero que os outros entendam isso como meu sinal!

Grimm



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Contos (parte 2)

Pessoal, ontem escrevi um conto descrevendo como foi que os orcs foram derrotados na batalha do rei e como o General Ulfednar chegou onde chegou... Deem sua opinião, pls!!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Um dia de mistérios.


“A mordida de um cão selvagem deve equivaler à força da mordida de um cão de caça comum, cerca de 150 kg de força, três vezes mais forte que a humana e, portanto facilmente capaz de despedaçar um osso humano”.
Com esse pensamento acordei, uma faixa precária onde o dito cão me atingiu. Barristan e Grimm estavam em pé observando-nos enquanto nos recuperávamos dos ferimentos. A agilidade dos dois em combate leva a muitos questionamentos: seria a estrutura óssea dos khâd similar a dos normandos? Mesmo com músculos notadamente menores, eles seriam capazes de movimentos ágeis? Caso um infeliz acidente ocorra com Grimm, eu terei estas questões devidamente anotadas!
Depois passamos parte do dia seguindo uma estranha trilha de uma suposta besta que apareceu no antigo cemitério logo após o meu infortúnio desmaio. As marcas na terra mostravam que as plantas morriam ao redor do que seria a pegada da besta. Seria algum líquido secretado pela besta que corria os vegetais? Poderia ela emitir calor suficiente para afetar as pequenas plantas? Tantas perguntas sem um corpo a examinar. Tenho de providenciar mais folhas, minhas anotações nunca foram tão extensas.
A trilha nos levou ao amontoado de vilas que forma Kjord. Segundo Kalastur, minhas origens passavam por esse lugar. Mas seja qual foi meu papel por aqui, ele continua oculto nas brumas de minha memória. Caminhávamos em direção a Buborg, a vila dos fazendeiros, quando cruzamos com um grupo de cavaleiros, que nos perguntaram quem éramos, e o que fazíamos em Kjord. Barristan respondeu, contando de uma forma tão infantil os estranhos acontecimentos, que eu, que não tenho memória, sou capaz de trazer um ser da morte, e posso drenar energia vital, acharia pueril. Me recordo das palavras de Kalastur: a verdadeira força de um mago é conhecer tudo dos que o cercam sem que estes saibam do que você é capaz, pois assim você estará preparado para eles e eles nunca saberão o que esperar de ti. Magia é preparação, Malakir, predição dos acontecimentos para eleger as melhores opções de memorização para o dia. Cottar, era o nome do líder, arrogante e sem mesuras com as palavras, um homem que pode trazer problemas.
Por fim chegamos a uma pequena estalagem em Buborg, chefiada por Varik e suas atendentes. Os lugarenhos parecem temerosos, e quando os abordei sobre as ruínas do antigo cemitério nas montanhas, eles se mostraram ignorantes. Começa a ter sentido o círculo de fogo que vimos, um local como um cemitério é cheio de energia mágica, e isolado dos curiosos, forma um lugar perfeito para uma invocação. Esta noite irei lá. O gnoll não está mais conosco, suponho que tenha ido caçar ao para comer. Esquilos talvez, eu gostaria de examinar um.
Nadja, uma menestrel khilasa, nos contou sobre os acontecidos recentemente na vila, onde uma besta parece agir:
5 pessoas haviam morrido. Primeiro Kalkstein, um fazendeiro, apareceu morto próximo a sua fazenda, e segundo os camponeses, o corpo estava dilacerado. Sua viúva estava desaparecida há 2 dias”
Um corpo desaparecido com causa-mortis desconhecida, esta vila começa a me encantar.
“O segundo foi Borus, um ex-milícia, morreu próximo a sua fazenda, mas o corpo havia sido enterrado pelo irmão antes de examinado. Arbed, um lenhador, desapareceu e seu corpo não foi encontrado. Os locais desconfiaram de sua mulher, pois ele era agressivo com ela, mas nenhuma evidência foi encontrada. Conversei com ela, e descobri que ela sentia medo do marido, pois não muito tempo atrás, ele havia espancado sua única filha por descobrir que ela estava grávida, a menina perdeu o filho e virou prostituta em Nystocol.”
“Leuvarden, irmão de Borus, morreu 2 dias depois do irmão, e segundo seu guarda-costas, um mercenário vindo de Kjar, ele havia sido atacado por uma enorme besta, que surgiu do nada enquanto eles acampavam próximos a saída da vila. Segundo um guarda de Kjord que conversei, após a morte dele, eles recuperaram o corpo do irmão e viram que a causa da morte havia sido uma punhalada. Leuvarden havia herdado as terras do irmão com sua morte.”
Droga, perdi esse.
“E por fim Foltest, o jovem skald (bardo), foi encontrado morto, nesta noite, junto a uma jovem aldeã semi-nua. Segundo ela, ele havia tentado força-la, quando uma enorme besta apareceu e o dilacerou. Cotarr Pikeson, castelão de Kjord, prendeu um estrangeiro encontrado nos escombros do antigo porto, acusando-o de participação nisso tudo. Yoren, o clerigo, foi visto a caminho das taigas ao norte, no dia anterior à morte do bardo, segundo o dono da taverna, ele disse haver encontrado um pista do acontecido.”
Uma besta invocada por magia, corpos dilacerados, um enigma com o corpo de Kalkstein, pois todos até então, com exceção de Borus, claramente assassinado pelo irmão, foram vítimas de uma besta com nos descreveu Barristan e Grimm. Se o corpo desaparecido tiver as mesmas características dos demais, a besta mostra um padrão.
Barghest, o cão de Gehena! Li sobre sua lenda em um livro de Kalastur. Uma besta de outro mundo, que deve ser deliberadamente invocada. Há um criminoso em Kjord, um criminoso com conhecimentos mágicos impressionantes! Como a energia mística deve ter alterado seu corpo? Que autópsia linda isso me daria!
“Que besta é essa da lenda?” questionou Stenon.
Barghest é um ser maligno, que quando invocado deve cumprir algumas tarefas, sim, por isso o padrão de comportamento. Ele só atacou pessoas que cometeram atos malignos, sim!! (esta dedução foi do Adan, mas como o gnoll não estava na taverna esta hora, passei para o Malakir) Claro, com uma condição assim, ficaria mais fácil romper os ligamentos mágicos e liberar definitivamente a criatura. Devemos ser rápidos, pois assim como há uma condição para liberá-la, deve haver também uma para impedi-la. Esta noite com certeza passarei no cemitério antigo.
Rog retornou. Com muito custo, consegui um esquilo, e pelo que Stenon diz, ele acha que vou devorá-lo. Devo aprender a língua dos gnolls. Como será o esqueleto de um gnoll?
Tivemos mais um encontro infrutífero com Cotarr, que descobrimos ser capitão e castelão de Kjord, o que explica a arrogância. Tentamos convence-lo de nos deixar entrevistar o prisioneiro, mas mesmo os encantos da jovem khilasa não mostraram efeito sobre o duro capitão.
No início da noite parti rumo às ruínas. Todos permaneceram na estalagem, com exceção de Rog, que me acompanhou até próximo do salão de Kjord. Definitivamente tenho de aprender a falar esta língua. Quantos músculos terá uma língua de gnoll? Deve ser semelhante à humana, ou então nos seria impossível aprende-la. Mais uma nota, caso a sorte não sorria para Rog. Suponho que ele vigiará o salão a noite. Me despedi com um grunhido, disse adeus, ou talvez vaca prenha, nessa língua gutural.
O primeiro cão selvagem estava muito dilacerado para um exame correto. O segundo tinha apenas pequenos furos das adagas de Grimm. Ele é mais forte que Stenon, apesar de perder em força para Barristan e Rog. Droga, falta luz, deixe-me pegar uma tocha. Assim, melhor, opa... eu ainda não a acendi. Que brilho é esse??
Pelos deuses, círculo de pedras está se inflamando, a besta está retornando, tenho de fugir...espere! Eu não cometi nenhum ato maligno, estranho e nojento talvez, mas definitivamente não maligno. Vamos observar e torcer para que esteja certo...

terça-feira, 3 de julho de 2012

Contos...

Pessoal, criei um tópico referente a contos que escrevi sobre o mundo de Kjord. Serve de referência para o roleplay dos personagens e também pra entender melhor o conceito do mundo que os cerca. Deem uma olhada... Críticas são bem vindas. Começo com a Canção Vermelha, em homenagem a um personagem jogado que morreu heroicamente, ou assim todos pensavam!