Foi uma festa bem divertida! Dancei até exaurir minhas forças. Os homens apreciam a dança khilasa, apesar de também se importarem com outros jogos sem sentido! Parece que Barristan foi o grande vencedor da noite, e os prêmios com certeza superaram suas expectativas, ha ha!
Partimos no dia seguinte. Uma viagem tranquila, com direito a uma noite na torre de vigia dos khâd-goldar. Gutuca ForjaMartelo, sua líder e quatro outros anões formavam a guarda da torre. Poucos, algo me dizia que eles contavam com outras formas de agir. Foi uma noite tranquila, e mais dois dias chegaríamos a Ankior.
Antes de chegar a pequena vila, dois acontecimentos chamaram a atenção. Primeiro, um lobo foi preso na armadilha que Rog preparou. Uma bela criatura, e decidi que seu destino não seria virar um casaco. Falei com ele na língua khilasa, e ele concordou em me seguir. Chamarei-o de Manco, uma pequena memória de como a armadilha de Rog o pegou. O outro acontecimento foi o colar de Stenon, que parece ter transferido seja qual for a mágica que possuía para o próprio Horn. Resta aguardar o que isso significa!
Por fim, chegamos a vila de Ankior, pouco mais que um conjunto de cabanas. Lenhadores e caçadores nos recepcionaram com desconfiança.
"Procuramos por Ulic, viemos em busca de informações sobre um conjurador", disse amavelmente.
"Eu sou Ulic, vocês eram esperados. Venham, me sigam até minha casa!"
Ulic me pareceu um homem suspeito, rápido de entendimento, é de se admirar que viva num lugar como aquele, mas Grimm também me parece suspeito, e é um grande amigo.
Perguntamos sobre o tal ancoradouro.
"É um grande acampamento, cerca de 100 ou mais pessoas, entre trabalhadores, mercenários e bandidos. Gaurus é o líder, e tem seis sub-chefes com ele. Os mais preocupantes são Cerdic, um batedor que vigia os caminhos que chegam até o acampamento, e Eve, uma mercenária que protege as cargas. Korac, o anão não estava lá 4 dias atras, mas pode ser que esteja, aí devemos nos preocupar mais, pois ele é muito perigoso. Rascunharei um mapa da região."
"E o viajante vermelho?" perguntou Barristan.
"Sim, sabia que iam me perguntar sobre ele, Sra Emma me avisou. Sujeito estranho. Estava no ancoradouro quando ele chegou. Havia pagado pelo transporte, mas os marujos o temiam, disseram que era louco. Saiu de lá e veio até Ankior em minha companhia, e daqui foi ao sul, rumo a Bjolmork, a floresta sombria."
"Floresta sombria? O que há lá?" Arguiu Stenon.
"Os lugarenhos a temem, dizem que quem entra nunca retorna, que o espírito da floresta a protege."
Grimm olhou para Ulic e sugeriu: "Poderia me apresentar a Gaurus, talvez eu seja um bom reforço para ele."
"Posso tentar, mas temo que talvez fiquem sabendo sobre a sua chegada junto com seu grupo nada comum de amigos".
"Sugiro dormirmos e amanhã decidimos." disse e saí, vou passar a noite com Manco.
Nadja.
Ouvindo eu pergunto das raças sagradas, Dos filhos de Heimdall, ambos altos e baixos; Vós sabereis, Valpai, que bem eu relaciono Contos antigos me lembro de homens de muito tempo atrás.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Entre duas tempestades!!
Destruidos Yoren, o morto-vivo e Bargesh, a besta!
Após alguns dias de paz, compras e curas, os heróis de Kjord se preparam para uma dura decisão.
Se encontram na Casa do Grifo, e enquanto esperam a cerveja trazida por Drunkar, proprietário da taverna, discutem suas opções:
- Barristan está curado, já podemos partir! Disse Sir Gideon.
- Estou sem parte de meus artefatos, os homens do rei se apropriaram deles. Malditos! Não posso partir sem eles. Exclamou Malakir.
- Esperaremos, e enquanto isso enviamos notícias à Sra Emma. Nos fará bem sermos recebidos em Kjord como heróis, facilitará nossos caminhos, acrescentou Nadja.
- Todos concordamos em buscar o tal Viajante Vermelho? perguntou Stenon.
- Não, mas ninguém escuta o anão que os banqueteou com informações!! resmunga Grimm.
- Sim, concordamos, pelo menos a maioria. A voz de Barristan ainda carrega um pouco de debilidade.
- Iremos ter com a Sra Emma assim que Malakir reaver seus pertences. Conclui Stenon.
- Rucharb dulag!!! (Odeio esperas).
Após alguns dias de paz, compras e curas, os heróis de Kjord se preparam para uma dura decisão.
Se encontram na Casa do Grifo, e enquanto esperam a cerveja trazida por Drunkar, proprietário da taverna, discutem suas opções:
- Barristan está curado, já podemos partir! Disse Sir Gideon.
- Estou sem parte de meus artefatos, os homens do rei se apropriaram deles. Malditos! Não posso partir sem eles. Exclamou Malakir.
- Esperaremos, e enquanto isso enviamos notícias à Sra Emma. Nos fará bem sermos recebidos em Kjord como heróis, facilitará nossos caminhos, acrescentou Nadja.
- Todos concordamos em buscar o tal Viajante Vermelho? perguntou Stenon.
- Não, mas ninguém escuta o anão que os banqueteou com informações!! resmunga Grimm.
- Sim, concordamos, pelo menos a maioria. A voz de Barristan ainda carrega um pouco de debilidade.
- Iremos ter com a Sra Emma assim que Malakir reaver seus pertences. Conclui Stenon.
- Rucharb dulag!!! (Odeio esperas).
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
O fim de Yoren (Horn stands)
Cada dia que passo com esse estranho grupo me
surpreendo mais! Mortos vivos... demônio em forma de um cão... E agora um
clérigo corrompido em uma forma grotesca de um morto vivo!
A exploração das ruínas foi MUITO LUCRATIVA! Bem o
que esperava para mim nesta vida de aventureiro...
Armadilhas, passagens secretas e tesouros
escondidos! Tudo o que se pode esperar de uma exploração de ruínas como está!
Porém, há um lado negativo nisso tudo, monstros e
mais monstros. Porém, acreditava que todos os mortos vivos seriam quase inertes
como os que enfrentamos até agora. O risco estava calculado! Mas, para meu
assombro, o clérigo, que no fundo acreditava que seria um grande aliado nosso,
se mostrou ser nosso maior oponente...
Oculto por uma ilusão do visionário negro,
facilmente percebida pelos meus céticos olhos de anão, se encontrava, entre
outros quatro zumbis, os clérigo que procurávamos. Ele estava corrompido!
Transformado naquilo que ele mais odiaria se transformar! Um morto vivo...
E para meu assombro, ele ainda mantinha seus
poderes clericais... utilizando-se de uma poderosíssima magia, quase matou a
todos, com náuseas e doenças indescritíveis. Somente Malakir parecia conhecer
bem os segredos e como evitá-los...
Nunca imaginei isto nesse estranho grupo... sermos
defendidos e um feroz ataque físico por um raquítico mago! Mas assim foi...
O paladino avançou com sua inocência e quase foi
devorado vivo pelos mortos vivos...
Enquanto os mortos vivos avançavam, o corajoso mago
avançou e fechou uma das portas, diminuindo ainda a área de ação dos mortos...
O Gnoll, mesmo com várias gangrenas e pústulas
saindo da pele, avançou e retirou o paladino do perigo...
Sir Gideon e eu apenas nos arrastávamos, pois
estávamos muito fracos sequer para nos mover...
Barristan, este foi, sem dúvida, o que mais sofreu
com a doença... foi sendo carcomido por dentro e, coitado, talvez não venha a
sobreviver a tais efeitos! Está além até mesmo da nefasta necromancia e dos
estranhos conhecimentos de Malakir...
Tentei fugir e me esconder da melhor forma que
pude... senti medo! Reconheço! Definitivamente não nasci para ser um herói
idiota! Sou apenas um sobrevivente!
O que pude fazer foi arrastar Barristan do perigo
da melhor forma que pude! E sua condição apenas me assustava mais! Seus olhos
pareciam estar adquirindo um brilho opaco... como o dos monstros que
enfrentávamos. Que me perdoem o que vou dizer, mas pensei, por um breve momento
de misericórdia, em acabar com o seu sofrimento ali mesmo! Não aguentaria me
ver daquela forma... preferiria a morte!
Com o estranho efeito da magia passando, Stenon
mereceu sua alcunha de DEFENSOR. Ele segurou os mortos sozinho por um longo
período! Corajoso este clérigo! Talvez eu deva reconhecer melhor sua coragem e
a força de sua religião!
Malakir e Rog, desapareceram no interior das
ruínas, nos deixando a mercê do inimigo! Pelo menos foi o que me pareceu!
Mesmo assustado voltei e pedi para Stenon fugir ou
recuar... E ele continuava lutando como um herói das lendas! Foi épico!
Pude ver lágrimas escorrendo em seus olhos no
momento em que acertou um golpe decisivo no seu amigo, o clérigo corrompido!
Nunca imaginei que, em toda a sua honra e bondade, ele tivesse essa coragem!
Fiquei envergonhado de mim mesmo! E corri para
ajudá-lo. Derrotamos os três outros mortos vivos restantes...
Enfim tudo acabara!
Para meu assombro aparece Malakir vindo do interior
das ruínas arrastando Rog, mas este estava apenas ferido! Demasiadamente
ferido! Mas fora de risco!
Mas a situação de Barristan era preocupante!
Necessitava de cuidados urgente! Então Sir Gideon partiu com ele a galope para
o templo de Bifrost! Sua melhor chance de cura seria lá...
Então ficamos, eu, Stenon com suas eternas orações,
Malakir com seu fascínio por um livro e alguns pergaminhos que encontrava, o
gnoll desmaiado e muito, mas muito, ouro e itens valiosos!
No fim, pelo menos foi "lucrativo"...
Mas algo me incomodava! Não encontramos o
Visionário Negro e nem o Andarilho Vermelho... e meu coração me indicava para
me dirigir ao norte, para retornar a uma luta que deveria ter travado há muitos
anos atrás...
domingo, 9 de setembro de 2012
Na trilha do homem de preto.
Após matarmos a maldita Besta, continuamos a nos dirigir para o nosso incerto
destino a procura do tal Visionário Negro.
Por fim
chegamos onde tínhamos encontrados os mortos vivos pelo primeira vez... no local
onde trouxemos Rog naquela estranha caixa de madeira...
A trilha nos
fazia ir às taigas ao norte.
Definitivamente não é um bom lugar para um anão. Com tantos gravetos, folhas
secas e pedras é impossível andar sorrateiramente. Mas para quem anda com um
ingênuo gnoll de 200 quilos, que rosna e abana o rabo até em um simples barril
de peixes, andar sorrateiramente é praticamente
impossível!
Adentrando
nessa taiga cada vez mais, ouvimos um estranha música.... pedi aos meus
companheiros para que se detivessem e fui sorrateiramente na
frente.
Entre sombras
e árvores me dirigi ao norte e encontrei uma clareira com uma estranha figura
tocando uma flauta. Permaneci um tempo a observar. A criatura possuía mãos e
face estranhamente azuladas... como se o sangue não corresse. Quando o mesmo
parou de tocar, mais um estranho acontecimento... aparentemente a criatura não
respirava.
Voltei a me
encontrar com meus companheiros e relatei o fato...
Stenon achou
"prudente" chegar pela frente e indagar a criatura sobre suas "intenções"...
Ah! Nada como a inocência clerical!
Aproximando-se Sir Gideon usou seus dotes e ao pude ver que ele sacou a espada
imediatamente... Com isso me dirigi a esquerda procurando cercar a
criatura.
Antes que
pudesse me posicionar melhor para um ataque furtivo, uma machadinha foi
arremessada. Era o sinal que o ataque iniciara. Imediatamente arremessei duas
adagas. Minha alcunha é "Tiro certo"! Foram certeiras e o corpo tombou no
chão...
Mas, por
algum tipo de estranha feitiçaria a criatura continuava a dizer
coisas...
A mesma se
dirigiu para mim:
"Grimm, eu o
conheço. Conheci um anão como você... Sei seus
segredos..."
Só essa que
me faltava! Agora os mortos me diziam coisas e me
conheciam!
Mesmo sob os
estranhos acontecimentos, e por insistência de meus destemidos companheiros
(acredito que há uma grande diferença em ser destemido e ser enxerido... mas
tudo bem...), prosseguimos até a chegar em uma estranha
caverna.
Havia restos
de ovelhas em sua entrada. Um horrível odor putrefado!
Adentrando na
estrutura, havia um corredor que desembocava em uma porta com 2 estranhas
estátuas. Estas estátuas, depois de indagações e discussões intelectuais de
Stenon e Malakir, chegaram a conclusão que eram estátuas honrando deuses em
busca de proteção.
A porta
estava trancada. Era hora de sermos o mais sorrateiro possível. E comecei a
utilizar meus talentos para destrancar o mecanismo sem o
danificar.
Este é um
processo cuidado e delicado... e requer tempo. Tempo demais para um jovem e
imaturo gnoll.
Enquanto
trabalhava nisso, meus apressados companheiros resolveram examinar o corredor a
esquerda, e... KABUM... Rog caiu em um fosse com estacas. Por sorte as estacas
estavam velhos e o maior dano foi a queda.
Há algo
admirável nesse gnoll além da sua força e sua imprudência... sua habilidade de
escalada! Nunca vi algo parecido! Ele saiu de um fosso de quase 7 metros com uma
agilidade incrível!
Continuei
concentrado no mecanismo da fechadura... e meus companheiros continuaram a sua
exploração.
Eles
encontraram alguns mortos vivos numa sala no fim do corredor a esquerda. A
batalha foi muito breve e preferi continuar concentrado no mecanismo da
porta.
Enfim a porta
se abriu... Ao abrí-la, havia outros 3 mortos vivos no outro lado da porta!
Droga! Estou convivendo muito com esse gnoll e aprendendo a ser imprudente como
ele...
O primeiro
avançou sobre mim, saquei minhas adagas e acertei-o bem no peito! Bem, isso
comprova que o coração não é mais um ponto fraco destes seres, pois o mesmo
continuou de pé apesar do dano sofrido. Tentei me reposicionar melhor para o
combate e gritei aos meus companheiros: "Mais mortos
vivos!"
Os 3 monstros
avançaram sobre mim e me atacavam incessantemente. Nisso o gnoll avançou sobre o
primeiro monstro como um louco desvairado e arrancou a cabeça do mesmo! Isso me
deu tempo para revidar e acertar os outros dois bem na cabeça. Bem, ao que
parece o ponto fraco deles é a cabeça...
Nos
reagrupamos, continuamos a explorar a sala que abri, e encontramos mais uma
estátua. Desta vez uma estátua da deusa Frigga, pela qual Stenon comentou sobre a devoção dos antigos.
Continuando a
exploração encontramos uma porta dupla e um corredor que prosseguia. Porém algum
de meus companheiros comentou algo sobre uma porta na sala que tinha descoberto
anteriormente. Como se esquecem de uma coisa assim? Voltamos
imediatamente...
A porta
estava emperrada e o gnoll tentou arrancá-la a força. Porém algumas coisas não é
questão de força, e sim questão de jeito. Utilizando meus talentos diminui a
pressão sobre as dobradiças da porta, e o gnoll a arrancou
facilmente.
Lá se
encontrava um pequeno baú! Até que enfim algo interessante. Procurei algum
dispositivo secreto e não encontrei nada. Ao abri-lo porém uma surpresa! Um
pequeno dardo atingiu meus dedos! Porém nada que a vitalidade anã não dê conta.
Apenas um arranhão! Lá dentro havia alguns tesouros e vários papéis em
ruínas...
Pelo menos
alguma recompensa por eliminar alguns mortos vivos! Agora sim está empreitada
está começando a valer a pena...
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Morre a besta
"Desprendido será Fenris Lobo
e destruirá o reino dos homens,
antes que venha um principe real tão bom quanto, para ficar em seu lugar."
...extraído da Edda.
Os khilasa vieramconfabularam e dançaram guerreiros e clerigos em frenesi estiveram
A parte de tudo Rog observa, temeroso da magia khilasa que a todos leva
Valentes heróis
De Malakir a mão espectral
De Rog a coragem selvagem
E com furor tal qual o mais selvagem gnoll
Atirou-se as costas da besta
a jovem khilasa em sua canção
Óh Nadja-Mio, querida magia
A besta cai ao chão!
e destruirá o reino dos homens,
...extraído da Edda.
Os khilasa vieram
Sonhos do futuro
“De Gehena nascida,
Invocada na noite.
De força total
imbuída,
Sem temor à batalha, entregue
à carnificina.
O que a Arte invocou,
a arte termina,
O
metal puro, a verdadeira ferida.”
Valentes heróis
em busca do destino partiram
ao Tipo que anda, veneno e encantamento.
Mas surpresas aguardavam
e num salto da escuridão
barghesh em seu caminho.
Luta feroz,
De Grimm brilhou a prata
De Gideon a espada ancestral
De Stenon a luz do guardiãoDe Malakir a mão espectral
De Rog a coragem selvagem
E com furor tal qual o mais selvagem gnoll
Atirou-se as costas da besta
a jovem khilasa em sua canção
Óh Nadja-Mio, querida magia
A besta cai ao chão!
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