quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ó Discórdia!!!

O dia de labuta árdua e exaustiva não foi suficiente para olvidar a dor, e as lágrimas vem aos olhos da sofrida mãe. Triste memória, lembrar-se em detalhes do momento da queda, de ver o filho, pequeno tesouro de apenas cinco invernos escorregar na pedra e cair nas águas turbulentas do mar revolto. Vê-lo se erguer uma, duas vezes e por fim mergulhar pra sempre na imensidão azul escura. Nenhuma mãe deveria sofrer assim, é como ter um braço amputado, é com ter os deuses lhe virando as costas!
Irada, a mãe grita para a noite fria: "Ó Discórdia, maldita dama do caos, porque?"

E ao longe, o homem de preto sorri!

Cuidado com o tipo que anda!

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