"o ruído é ensurdecedor, a visão terrível e tétrica... como pode tão jovem menina suportar tamanha verdade?" ... esses foram os pensamentos da jovem invocadora, tolhida de seu perfeito raciocínio pela avassaladora torrente de imagens e sons.
"NÃO CONSIGO FECHÁ-LO!!! A CRIATURA O IMPEDE!" gritava a jovem khilasa...
"sinto meu sangue gelar, meus músculos antes treinados a reagir por reflexo, velozes como flechas, agora se estacam perante a certeza de estar diante de mais uma lúmina"... Pensava Umbra, incapaz de se mexer, congelado pelo pavor.
Uma nuvem branca subia ao redor, revolta pelos movimentos súbitos dos dois guerreiros adentrando a caverna em direção à caverna.
Um flecha de fogo voo certeira! Um urro inumano irrompeu... Criaturas vindas de pesadelo surgem para rasgar a frágil realidade humana.
Ouvindo eu pergunto das raças sagradas, Dos filhos de Heimdall, ambos altos e baixos; Vós sabereis, Valpai, que bem eu relaciono Contos antigos me lembro de homens de muito tempo atrás.
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
A marcha dos homens do norte
Nós viemos da terra
Do gelo e da neve
Do sol da meia-noite
Onde as fontes quentes explodem
Do gelo e da neve
Do sol da meia-noite
Onde as fontes quentes explodem
O martelo dos deuses vai guiar
Nossos barcos para novas terras
Para combater a horda, cantar e gritar: Valhalla, eu estou indo!!!
Nossos barcos para novas terras
Para combater a horda, cantar e gritar: Valhalla, eu estou indo!!!
sábado, 21 de julho de 2018
Destino
O que une as pessoas em um direção? O que faz estranhos trabalharem juntos com um único objetivo? A busca por um novo propósito ou a amargura de perder a família? A devoção quase fanática a uma causa? A busca incessante pelo conhecimento? Pela justiça? Vingança por uma infância ruim?
Sentados sob a fraca luz de uma forja semi-acesa, aguardavam o retorno do skaldo. Quando finalmente ele adentrou a humilde casa do forjador, carregando um pesado tomo, a menina se levantou e disse com seu carregado sotaque khilasa: Agora somos ka-tet, um de muito e único!
Sentados sob a fraca luz de uma forja semi-acesa, aguardavam o retorno do skaldo. Quando finalmente ele adentrou a humilde casa do forjador, carregando um pesado tomo, a menina se levantou e disse com seu carregado sotaque khilasa: Agora somos ka-tet, um de muito e único!
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