terça-feira, 15 de outubro de 2013

Réquiem

Um plano escuro
Uma noite escura
Escura a contenda
Esperança vencida
Negra a mancha
que sorve a vida
Em pira ardente
a morte aquecida

terça-feira, 8 de outubro de 2013

No mundo das sombras!

O guerreiro limpava o sangue de sua espada. Ao redor vários corpos dos aarakocras, humanoides alados, habitantes das montanhas. A khilasa conferia seus componentes mágicos, ajustando-os para seu futuro uso.
O anão veio pela trilha na montanha, carregando suas adagas embebidas em sangue.
- Malditas criaturas, escolheram logo o anão para tentar raptar!! Bah, pagaram o preço.
- Não me sinto bem por tê-los matado.
- Nem eu Nadja, mas foi necessário. Nos atacaram por nada.
- Isso me intriga! Não somos ameaça para Niern, porque ela os enviaria?
- Ora, minha inocente khilasa, simples: Não foi ela! Humpf, ignorantes!
Preocupado e consternado, Barristan se aproxima da khilasa.
- E sobre nossos amigos? Você sentiu algo?
- Não Barristan, eles estão fora de meu alcance agora. Mas sonhei com todos nós. Estávamos segurando as cartas do kah, de um lado Rog e Stenon, do outro Grimm, Gideon, você e eu.
- Pfah, óbvio de novo! Interrompeu Grimm.
A face calma da khilasa se desfez em um semblante triste.
- Não compreendo!
- Barristan, as cartas. Rog e Stenon foram testados e passaram em seus testes, nós por outro lado ainda não.
- Se eles conseguiram, também conseguiremos. Seremos verdadeiros aos nossos princípios!
- Sim, e nisso estão minhas preocupações, por você e principalmente por Gideon.

E então foi Gideon. Jester. "Sua convicção é impressionante. De todos é o único seguro de seu caminho, do seu dever neste mundo. Mesmo sendo um caminho escuro e perigoso. Retire mais duas cartas se quiser conhecer seu kah." Chamas e Discórdia. "Você atrairá a inimizade de um ser de outro mundo, e ele é um servo do caos. Você não pode superá-lo!" Mesmo assim tentarei, respondeu Gideon. "Eu sei, sua convicção lhe levará por um caminho duro." Neste momento, Nadja avançou sobre o baralho, impulsionada por um força invisível, inexplicável. Ela retirou uma carta: O Necromante, o visionário negro.

* Se quiserem relembrar os presságios, visitem a postagem "No caminho da Discórdia!"

sábado, 5 de outubro de 2013

Into Darkness

À luz da fogueira, o guerreiro observa o sono inquieto da khilasa. Por fim decide acordá-la.
"Nadja, está tudo bem?"
Suando e ofegante, a khilasa responde com voz triste:
"Nossos amigos, Barristan. Eles são como as primeiras rochas de uma avalanche. Eles puseram em movimento as rodas do Kah!"
"Estão em perigo? O que você viu?"
"Eles caminham numa estrada de escuridão, em meio ao passado distante! E ele está lá, o agente da Discórdia está lá!"

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Uma decisão difícil!

 - Quem é você?
"Meu nome é Maeve. Eu sou um dos lordes dos Arak, princesa dos Shee. Recentemente eu deixei meu reino pela fenda, fugindo de meu irmão Loht."

- Quem são os Araks?
"Vocês nos chamavam Ljósálfar, mas nós somos os Arak. Nós podemos viver por milênios, ainda assim éramos poucos nessa terra e nos cansamos desse mundo. Enquanto seu povo tomava as planícies e florestas, procriando, nascendo e morrendo, nós éramos poucos e vivíamos ao norte daqui. Nós também não somos todos parecidos como vocês, nossa raça varia mais em formas e ofícios. Já não havia mais do meu povo entre os seus, salvo alguns que porventura atravessaram, mas agora eu e alguns aliados atravessamos. 
Ljósálfar é aquele que brilha mais que o sol, e nós o servíamos e o seguíamos. Foi ele que nos deu a missão."

- Que missão?
" Antes éramos uma única corte sob meu pai Erking, até que ele morreu. Agora somos divididos, pois meu irmão nega nossa missão. Aquele que brilha mais que o sol nos deu a missão de guardar o portão da morte, onde Hella, uma divindade de morte e podridão, foi aprisionada. O portão da morte está trancado em um outro lugar, outro plano de existência, e meu povo migrou para lá para protege-lo. Durante muito tempo recebíamos a visita daquele que brilha, mas após um tempo ele não veio mais. A influência de Hella passou então a ser sentida, e nosso plano se tornou lúgubre e sombrio, e parte do meu povo tomou gosto pela necromancia e pela morte. Nos últimos anos, meu irmão começou a ouvir vozes, e decidiu abrir o portão. Fugi para que ele não pudesse faze-lo."

- Quem é seu irmão? E como você impediu que ele abrisse o portão?
"Loht é meu irmão, e ele é o outro lorde dos Arak. Ele é o portador da Espada dos Araks, que foi de meu pai, e eu a portadora da Coroa dos Araks. Juntas elas forma a chave de obsidiana, e podem abrir o portão. Quando fugi, escondi a coroa onde meu irmão menos espera e ele crê que eu a tenho e por isso me procura e por isso ergui as defesas ao redor de meu refúgio. Não ouso tentar recuperar minha coroa, pois ele vigia todos os meus passos."

- Quem atacou a vila? O que se passa com o povo de lá?
"Pelo que sei foram os Muryan, um dos araks que seguem meu irmão e a corte dos Sith. O povo de lá foi transformado em alterados."

- O que são os alterados? Isso pode ser desfeito?
"Meu povo acredita que ser transformado em alterado é a maior honra que um dos seus poderia receber, pois assim, descarregado das distrações sem importância, vocês podem se tornar verdadeiros mestres naquilo que fazem, e assim criar maravilhas em nossa homenagem. Pode ser desfeito, mas não entendo porque alguém iria assim desejar."

- O que seu irmão pretende? E como impedi-lo?
"Ele irá usar a coroa e a espada para abrir o portão e libertar Hella, que terá então livre acesso a essa terra. Como eu disse, não posso recuperar a coroa, pois meu irmão me perceberia, mas vocês talvez possam faze-lo já que não representam ameaça a ele e provavelmente passariam despercebidos. Se recuperarem a coroa, levem-na ao portão e a atirem lá. Como que passando a chave por baixo da porta, onde ninguém poderá usá-la, pois é um item de luz e Hella e seus lacaios não podem tocá-la. A espada será então inútil para abrir a porta e meu irmão nunca o fará."

- Temos como fechar a fenda!
"Rogo que não o façam, pelo menos não antes de fechar o portão e antes que eu chame todos do meu povo. Aqueles dos meus que permanecerem serão aprisionados pela corte de meu irmão, e eventualmente meu irmão encontrará a coroa e abrirá o portão. Mesmo que a fenda esteja fechada, Hella poderá exercer sua influência, clérigos malignos ouvirão seu chamado, até que outra fenda seja aberta e então sua terra sofrerá. Rogo pelos meus e pelo futuro dos seus."

- Onde está a coroa?
"A coroa está na chama sagrada no palácio de Malaquita, atrás do trono de meu irmão. Lá ele não pode detectá-la, por isso pensa que está comigo. Mas meu povo vive muito, ele a encontrará. Vocês devem ir até o palácio, e se assim o fizerem eu desfarei os alterados de seu povo. Posso levá-los até a fenda! Lembrem-se de prestar homenagem a Erking dos Arak antes de entrarem no palácio de Malaquita."

- Vamos pensar e descansar. Decidiremos com nossas energias repostas!





terça-feira, 3 de setembro de 2013

Diário de missão de Alberich Von Hooves

Para o fim de ser documentado nos autos oficiais do Reinado do Norte, pela ordem de Sua Majestade o Rei Erik Olson, o Unificador

Dia 24 de rijen do ano de 418, do Reinado de Erick Olson
Vila de Sjoistad, às margens do Grande Lago Sjois

Prosseguimos em nossas investigações naquele lugarejo ainda afastado das luzes do conhecimento. A cada local que visitávamos, o quadro se repetia: seres humanos se comportando como máquinas, desempenhando as tarefas rotineiras de suas existências sem sentido de forma absolutamente vazia. A questão da ausência de sombras também persistia. A julgar pelo ritual mágico que parece ter sido realizado no templo de Njord que esses ignorantes veneram, a ausência de livre arbítrio está ligada à subtração de suas sombras. Esta é apenas uma hipótese.
Conforme narrarei mais adiante, conseguimos colher informações provenientes de uma carta dentro de uma garrafa e de um sobrevivente, sendo que ambos relataram os fatos se utilizando das mesmas expressões, ainda sem sentido para nós.
Disseram em resumo: Os agressores foram nomeados “Homens Dançantes”, de hábitos noturnos, portando cimitarras e atacando, sem matar suas vítimas. A expressão “dançantes” parece ter relação com a forma como lutam, o que indica que não devem ser brutos imbecis como orcs ou semelhantes. Eles são precedidos por criaturas semelhantes a cães, que agem como batedores e tem a habilidade mágica de cuspir fogo. Foram descritos como espécimes humanóides, pálidos e sem pelos, exceto os crescentes na cabeça. Usam poucas roupas, incongruentes com o clima da região, o que me leva a suspeitar de sua natureza humana. Hei de pesquisar mais sobre o assunto quando me for possível. Hei de encontrar algum registro sobre seres com semelhantes características.
Tais criaturas apresentam um interesse específico pelo cemitério da cidade. Eles desenterram corpos e se vão sem deixar rastros possíveis de serem seguidos. Não é possível precisar a real situação, tendo em vista as informações conflitantes. A princípio, teorizei que essas criaturas pudessem ter natureza não maligna, tendo em vista que poderiam ter eliminado os moradores do vilarejo sem problemas, mas não o fizeram. Como também não os escravizaram, poderiam apenas tê-los tirado de seu caminho enquanto realizavam seu intento - ainda por nós completamente ignorado – nas escavações no cemitério. Eles poderiam estar escavando os túmulos, inclusive, para eliminar algum mal ou risco iminente. (Nota: Pesquisar também sobre as conjunções astrais para verificar se algum marco cósmico de relevância se avizinha).
Porém, a forma como isso foi feito, ou seja, o ritual profanando o templo do deus do mar indica um desrespeito pela cultura e a forma da magia não me agradam. Me parece mais magia profana do que arcana, esse “aprisionamento de sombra” ou de “alma”, entretanto, uma conclusão de valor demanda mais dados. Muito me intriga que o ranger que nos acompanha, sendo um nativo destas terras, desconheça total e completamente a existência de tais seres, ou tenha qualquer informação sobre estes fatos. Levando em conta que ele fora muito bem recomendado pelo líder dos Vet Ulf, de forma que, creio que, se ignora sua existência, estas criaturas são novas na região. Tomara que seja mais do que um mero guia matreiro.
São informações conflitantes as que temos até agora. Dados mais precisos precisam ser coletados, selecionados, catalogados e relativizados. Ainda é cedo para definir amigos e inimigos. Por enquanto, apenas considero tudo suspeito. De resto, sabemos que há um monstro gigante no lago que nada perto das docas. Não sabemos que tipo de relação tal monstro tem com os fatos ou mesmo se há alguma relação, mas é fácil concluir o motivo de esses camponeses/pescadores venerarem o deus bondoso do mar, posto que serão crentes de que ele seria capaz de apaziguar a besta aquática.
Não sabemos também nada a respeito dos goblinóides que proliferam como moscas numa carcaça, floresta afora. Vossa Majestade precisa ser informada sobre esse fato para que providências sejam adotadas. Há pessoas vivendo nestas terras e como pagadoras de impostos, merecem ser protegidas. Ainda mais porque a proliferação de pragas dessa natureza denota uma das duas coisas a seguir ou mesmo ambas: Descaso das autoridades e/ou o oportunismo da maleficência, que se aproveita de outro fato ainda maior para estender seus tentáculos. (Nota 2: Informar ao Reinado sobre este fato).
Sabemos ainda que há uma criatura nomeada como “Bruxa Branca”. Certamente os pescadores lhe deram esse nome por sua aparência. A julgar pela descrição que dão dos tais “Homens Dançantes” pertencem à mesma espécie. Mais tarde, descobrimos que sim, que eles mantém relação, inclusive de subordinação, posto que eles a chamam de “Senhora”.
Vamos aos fatos:
1 – Investigando uma casa parcialmente queimada, o druida e eu encontramos quatro corpos carbonizados. Enquanto o druida investigava o motivo do incêndio, me ocupei de um dos corpos, que era de uma fêmea de nossa espécie, a julgar pela ossatura. Enquanto investigava percebi uma presença, que se apresentou na forma de uma luz piscante que aparecia e desaparecia em meu campo de visão.
Rog, o gnoll em processo de civilização, chegou momentos mais tarde, mas nisso, eu já sentia a ameaça no local. Um feitiço de detectar magia, acusou perturbação na Trama naquele lugar e como eu não enxergava nada, decidi que seria melhor me retirar, mas fui atacado por uma aparição flamejante.
A entidade ostentava um semblante de ódio e parecia personificar a dor dos que ali morreram carbonizados ou pior ainda, parecia ser o espírito torturado de algum deles. Fato é que se lançou sobre mim com chamas que destruíram minhas vestes e lamberam minha pele, causando dor excruciante.
Sir Gideon, o paladino de linhagem nobre, se aproximou com suas boas intenções, porém, de nada adiantaram suas preces, posto que, contra magia, apenas magia é suficiente e deuses e espíritos nada podem. Dissipei a magia e o fogo se apagou, porém, a criatura continuava a assediar a trupe. Não sou ligado a questões abstratas e inseguras como as relações com seres noutros planos e dimensões, mas, concluí que, pela sabedoria popular, aquela manifestação de ódio poderia apenas estar buscando descanso.
Sugeri que recolhêssemos os corpos e os depositássemos em solo considerado sagrado pelos crentes. Parece ter funcionado, pois retornamos ao local e não havia mais sinal da entidade. Torço para que tenhamos resolvido o problema, tendo em vista que algo dessa natureza poderia ser letal à população comum e as autoridades locais, pelo visto, não tem estrutura para lidar com algo mais complexo que o roubo de gado.
2 – Vasculhando a parte superior da vila, fomos surpreendidos com a presença de uma criança fugidia. No início achamos que poderia ser um inimigo, mas depois percebemos que não, pela atitude. Os rastreadores o encurralaram numa casa mais à frente e após encantá-lo, ele contou sua história triste, que já foi relatada, em resumo, em minhas considerações anteriores. O garoto, de nome Kian, confessou ter uma irmã que se perdeu na floresta em busca do ser denominado Bruxa Branca. Após alguma discussão, na qual argumentei que deveríamos observar o local de interesse dos “Homens Dançantes”, e a maioria gostaria de vasculhar a floresta em busca da menina, me rendi e prosseguimos caçando a menina perdida e a tal bruxa.
3 – Os rastreadores encontraram a trilha da criança, que havia sido importunada por goblins em sua busca, mas fora salva por uma muralha mágica de poder considerável e além de minhas capacidades arcanas de dissipação. O druida então nos deu uma mostra de aguda perspicácia! Ele concluiu, pelo cenário e, obviamente por sua vivência mágica, que a criança entrara por acidente, fugindo acuada por seus ignóbeis perseguidores, acabou atravessando a muralha. Sugeriu então que tentássemos passar de costas. Surpreendentemente, funcionou! Graças à esperteza do homem da Ilha, conseguimos transpor o primeiro obstáculo.
4 – Nos deparamos com o segundo. Uma muralha de névoa que era, na verdade, um feitiço de desorientação. Identifiquei isso através de magia, mas, novamente, meus poderes eram insuficientes para dissipar o feitiço. Adentramos na névoa e nos perdemos uns dos outros. A névoa sufocava e tantas vezes quanto tentamos, falhamos. O garoto Kian foi o primeiro a desaparecer permanentemente de nossas vistas. Permanecemos envolvidos com esse enigma metade da noite.
 Dessa vez Sir Gideon foi o perspicaz e concluiu que se não respirássemos a névoa, ela não nos afetaria. Tal fato foi confirmado, o que exigiu grande esforço de todos para transpor a névoa prendendo por longo tempo o folego.
5 – Rog, Stenon e Gideon passaram primeiro e se depararam com um riacho. Cheguei em seguida e fui sucedido por Olaf, o ranger e o druida, que demoraram mais a se “entregar à morte” para transpor o enigma da névoa. O riacho era claramente mágico. Suas águas frias escondiam algo misterioso e decidimos que o melhor seria transpô-lo sem riscos e o forte Rog derrubou uma árvore que fez as vezes de ponte para atravessarmos.
6 – Passado o último desafio, avistamos algumas colinas à frente, uma língua de fumaça subindo aos céus. Caminhamos até lá e encontramos uma choupana tosca. Uma criatura cuja descrição casava impecavelmente com a dada pela criança sobrevivente da vila se mostrou a nós saído das trevas do interior da cabana. Vinha caminhando com passos leves. Portava a cimitarra característica já antes apontada. Veio a nós e disse: “Já era hora. A Senhora os espera e quer lhes falar. Por favor, entrem e tenham a bondade de aguardá-la.”.
O humanóide falava uma língua antiga, parecida com o elegante Khad, dos anões. Isso, de per se, denotava erudição. Percebi por que os ignorantes chamaram-nos “Homens Dançantes”, haja visto a graça e leveza de seus movimentos. A mim, numa primeira e despretensiosa impressão, se assemelham aos Kihlasa, com algumas variações. O fato de não os ter visto à luz do sol me incomoda. Geralmente isso não é um bom indício. A índole dos seres da noite costuma ser tão sombria quanto seu ambiente. O uso de alta magia é outro indício de erudição e de proximidade com os velhos eldar do sul, mas, conforme eu já disse, ainda é cedo para conclusões.
Escrevo estas notas enquanto aguardo pela chamada “Senhora”, que, com grandes chances de acerto, me arrisco a dizer que é a mesma criatura nomeada de Bruxa Branca. Meus companheiros estão apreensivos e se comportam conforme suas naturezas. O gnoll bebeu dos frascos na prateleira sem que lhe tenha sido oferecido ou permitido. Stenon se aninhou num canto orando à sua divindade. Tomara que seja lá o que for, que o ouça. Gideon vai de um em um oferecendo seus préstimos. Devia descansar, isso sim. Não sabemos o que nos espera. O ranger se mantém taciturno e quieto, como é da natureza desses matreiros. O druida estuda seus feitiços naturais.
Todos aguardamos pela Senhora...

Vejamos o que a Trama guarda para nós.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A vila sem sombra!!

Into The Darkness
As grey traces of dawn tinge the eastern sky,
the travelers, men of Nystocol,
emerge from the forest shadow.
Fording the great lake, they turn north, journeying
into the dark and forbidding lands of the Thining.
Even now the intensity of his dread power can be felt,
weakening the body and saddening the heart.
Ultimately they will become empty, mindless spectres;
stripped of will and soul,
and shadow!!!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A volta em 15 atos!!!

1 - Grupo se reúne no Monte da Vigília. Dois novos integrantes: Olaf o ranger e Aodh, druida.
2 - Thanos conta sua história, descrevendo os eventos que culminam com a separação do grupo para tentar resolver dois terríveis problemas: Niern e a Fenda da Morte. 
3 - Grupo recebe a missão de Thanos: Destruir a fenda, trazer a relíquia!
4 - Saem em viagem em direção ao Grande Lago, através de uma mata que - teoricamente - seria o esconderijo de alguns poucos orcs.
5 - Viajam por três dias sem incidentes.
6 - No início do quarto dia de viagem ouvem uivos de lobos, o que preocupa os sagazes aventureiros. 
7 - Encontram uma clareira aberta a machadadas e fogo em meio à floresta.
8 - No centro da clareira, há um menir, do qual pendem seis corpos em avançado estado de decomposição. Um dos corpos - animado por magia - profere ameaças sob o comando de Korag, o assassino de homens e destruidor de casas.
9 - Heróis enterram os corpos, despacham mensagem para os Veth Ulf sobre a atividade de goblinóides na região, destroem o menir e prosseguem viagem.
10 - Descobrem trilhas imundas, fedidas e nojentas feitas por goblinóides, cortando toda a floresta que seria - teoricamente - habitada por uns poucos desses seres.
11 - Por conselho do Gnoll bárbaro do grupo, resolvem não investigar os goblinóides e fazer justiça aos humanos mortos e seguir viagem rumo ao grande lago.
12 - Eles prosseguem em sua viagem em marcha de assalto e formação tática de deslocamento em linha.
13 - O ranger do grupo tenta guiar o grupo e evitar que se envolvessem em problemas, mas a esperteza e ousadia dos goblins os conduz para o centro de uma emboscada. O próprio ranger cai numa armadilha. A queda de sete metros de altura em si não o fere muito, mas lá dentro, ele se depara com sanguessugas gigantes que lhe machucam impiedosamente.
14 - Após curar-se e receber uma cura do paladino de origem nobre do grupo, eles prosseguem e encontram um acampamento goblinóide onde finalmente são emboscados por... Goblins!
15 - O Gnoll desce de uma árvore na qual havia subido para ter melhor visão do local. O clérigo e o paladino recebem os fogos inimigos no centro do ataque, enquanto o ranger, que havia transposto o acampamento, usando suas habilidades de matreiro, tateava nas trevas em busca do inimigo...

terça-feira, 4 de junho de 2013

Entre Lobos e cobras!

Perdemos nossas montarias, com exceção do cavalo de batalha de Sir Gideon!
Os lobos ajudantes de Nadja jazem mortos na estrada!
Estamos feridos e cansados!
Mas, pelos deuses, que batalha!!! Perdi a conta dos mortos pela minha espada. Montamos uma forte linha de defesa, eu , Liv, Rog e Gideon. Grimm e Nadja foram nossa artilharia. Épico, pedirei à Nadja uma canção depois.
Agora estamos na taverna da Estalagem do Meio do Caminho. Além de nossa presença, quatro caçadores das taigas e cinco comerciantes de Kjar. As atendentes, todas mulheres, portam as características flores brancas nos cabelos, identificando-as como Blomma Vit, as Flores Brancas, famosas cortesãs. Uma delas tentou algo comigo, mas pelos deuses, os lobos tiraram meu apetite, pelo menos essa noite. Por incrível que pareça, Sir Gideon desceu com uma delas. Vamos beber!!!!

.....a cabeça..... gira....o copo... pesado... mas que diabos est.....
(PLOFT)

Barristan, 20 de Rijen. Dia de Friga!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lobos!

Agora que nos reunimos novamente, colocamos em dia os assuntos e redistribuímos os itens. Primeiro eu contei como escapamos com provável ajuda de Lady Emma. Estranho a hipocrisia dos seguidores da lei. Nos prendem e nos ajudam a escapar, porque não queriam nos prender, mas tinha de o fazer. Que loucura! Mas foi assim.

"Rog, Nadja e eu saímos da cela para encontrar a pior vigilância de todos os tempos. Apenas um guarda vigiava a prisão. Os demais foram estranhamente colocados em locais fechados e longe da rota de fuga. A unica objeção à nossa fuga foi a Capitã Liv, que guardava o baú contendo a maioria de nossos pertences. Nadja a nocauteou com sua magia, sem que ela esboçasse qualquer reação (e aí estava toda a hipocrisia citada). Amarramos e fugimos. Desde então margeamos a estrada até esse ponto, próximos à Estalagem do Meio do Caminho."

Stenon por sua vez contou como forma liberados após sofrerem a punição prevista. Ele mesmo foi obrigado a viajar a Nystocol e obter absolvição de Dagalor. Ridículo! Mais ainda foi Barristan, que ainda tem marcas nas costas das chicotadas que levou. Sir Gideon saiu ileso. Hipocrisia! Liv, vejam só, é uma de nós. Veio após ser punida exemplarmente perdendo seu nível de capitã de Kjord pela ineficiência em nos manter presos. É, punida por obedecer ordens que não podia ser dadas, mas foram, na calada da noite. Bah, humanos!!!

Ah, e Nadja nos arrumou dois companheiros também: Ragu e Manco! Dois lobos selvagens, que parecem ser tão vulneráveis aos encantos da khilasa quanto nós fomos em seu acampamento.

Agora somos quatro normandos, uma khilasa, um gnoll, um anão, duas mulas, dois lobos e cinco cavalos. Que bela trupe!

Com o sol se pondo à nossa esquerda, partimos para os últimos quilometros até a estalagem. Foi quando os ouvimos! Lobos. Vários deles. Rog gritou que eles estavam caçando. Nos caçando. Iniciamos uma disparada para as muralhas da estalagem. Ao nosso encalço, dezenas de lobos. Algo de sinistro no ar, ao longe avistamos o porque: Worgs espreitam à distância, enviando seus servos a nos atacar. Barristan começa a gritar comandos...

Grimm, 20 de Rijen. Dia de Friga!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Presos

Na cadeia os bandidos presos! 
O seu ar de contemplativos! 
Que é das flores de olhos acesos?! 
Pobres dos seus olhos cativos. 
Passeiam mudos entre as grades, 
Parecem peixes num aquário. 
_ Campo florido das Saudades, 
Porque rebentas tumultuário? 
Serenos... Serenos... Serenos... 
Trouxe-os algemados a escolta. 
_ Estranha taça de venenos 
Meu coração sempre em revolta. 
Coração, quieto... quieto... 
Porque te insurges e blasfemas? 
Pschiu... Não batas... Devagar... 
Olha os soldados, as algemas! 


Nadja, após a noite meditando na prisão!

domingo, 31 de março de 2013

No caminho da Discórdia

“E a Discórdia ainda trabalha, ainda busca atrasar o retorno do conhecimento, e ao me ouvir, vocês atravessam seu caminho.”

A frase de Harak ecoa em minha mente. Agora de frente ao salão de Kjord, homens armados e apreensivos  nos vigiando, Lady Emma nos fulminando com um olhar de ódio, mal posso compreender os momentos que nos levaram a tal situação.

A dois dias atrás tudo corria bem, Dagalor havia nos entregado runas anãs, criadas pelo Cinzel de Uru, uma das antigas relíquias da 2ª era do mundo. Uma delas seria usada para anular a magia de enganação do Visionário Negro. Meu pai, o general nos presenteou com duas espadas de Estocol. De lá partimos para alguns reabastecimentos e a noite fomos ao encontro dos Khilasas. Aí as coisas começaram a ficar estranhas. 

Foi uma bela festa, mas o final foi estranho e cheio de revelações. Conhecemos Sonja, uma anciã khilasa, que não aparentava ter mais que 40 invernos de idade, parece que os khilasa não envelhecem como nós.
Ela nos apresentou o Deck de Coos, um conjunto de cartas que auxiliam os khilasa a predizer os caminhos do kah (acho que nunca conseguirei entender esse conceito, seria destino, caminho ou algo mais?). Segundo Sonja, havia um poder incomum no baralho aquela noite, como se as forças do kah estivessem convergindo naquele lugar naquele momento. A oferta foi simples: "Retirem uma, duas ou nenhuma carta, mas saibam que o kah pode indicar bem-aventuranças e desgraças."

Todos decidimos arriscar. E fomos retirando as cartas um a um.

Rog retirou a carta O Tolo. "Você tem dúvidas gnoll, dúvidas que o impedem de agir. Medos enraizados e dúvidas devem ser enfrentados ou sua busca se frustrará. Retire outra carta, pois o Tolo requer maiores explicações."
Rog retirou a carta A Chave. "Uma grande recompensa lhe será ofertada, e se vencer seus medos e dúvidas, ela lhe tornará melhor e o recompensará por suas perdas."

Grimm retirou duas cartas. A Jóia e A Lua. "Grandes riquezas estão em seu caminho, cuidado em avaliar seu real custo e valor. A lua sorri sobre seu kah, e sua vontade em noites de lua será forte."

Nadja retirou A Força. "Minha jovem khilasa, a força de um cometa marcou sua chegada. Em momentos críticos sua principal habilidade será testada e evoluirá até se tornar incomparável."

Barristan retirou A Lua...  "A lua sorri sobre seu kah, e sua vontade em noites de lua será forte. Cuidado com o que desejas." ...e a e a Roda da Fortuna. "Vejo suas mãos atadas e sua mente paralisada em um fundo negro. Não enfrentes a escuridão ou terá sua vontade tolhida." A face de Barristan demonstrava preocupação.

Stenon retirou O Tolo. "Sua principal missão é combater o caos. Dúvidas se apresentarão em seu caminho, pois o caminho da ordem é difícil de ser trilhado. Não fuja dele. Retire outra carta, para que seja explicado." E Stenon retirou A Chave. "A tu será revelado o segredo do templo de Rirg, desde que trilhes o caminho da ordem."

E então fui eu. Jester. "Sua convicção é impressionante. De todos é o único seguro de seu caminho, do seu dever neste mundo. Mesmo sendo um caminho escuro e perigoso. Retire mais duas cartas se quiser conhecer seu kah." Eu retirei: Chamas e Discórdia. "Você atrairá a inimizade de um ser de outro mundo, e ele é um servo do caos. Você não pode superá-lo!" Mesmo assim tentarei, respondi. "Eu sei, sua convicção lhe levará por um caminho duro." Neste momento, Nadja avançou sobre o baralho, impulsionada por um força invisível, inexplicável. Ela retirou uma carta: O Necromante, o visionário negro.

Depois da noite cheia de revelações, nos encaminhamos para Kjord, como primeira parada até Sjoistad. Dois homens nos acompanham, dois mercadores de Eiden Zuid e Kjar. O intuito era passar uma tranquila noite na vila e partir no dia seguinte para o norte.

Mas não foi assim! Rog vagou na noite e descobriu que seus conterraneos foram mortos por homens usando o símbolo da casa Ulfendyr. Barristan teve uma briga com sua amante, capitã Liv de Kjord.
Aliás, foi ela que veio nos abordar e nos levou quase a grilhões para a presença de Lady Emma. Indignados, percebemos a mão do inimigo em tudo isso. 

Temos de ser fortes!

Sir Gideon Ulfednarson.
13 de Rijen de 418.


sexta-feira, 22 de março de 2013

KAOS


A cada passo que damos sinto que o Kaos invade o ar e devasta o equilíbrio natural do mundo. O Povo está em perigo e meu pelos estão se arrepiando mais freqüentemente. Essa abominação mágica da qual os covardes sem pelo fazem uso é a ferramenta para a devastação. Isso precisa ser detido a qualquer custo. Mestre Huo tinha razão quando disse que muito precisava ser aprendido para que o verdadeiro mal fosse de fato apresentado. Quando o pequeno mestre anão nos revelou que as rochas negras têm o poder de abrir os Cinco Portais, compreendi o motivo pelo qual meu Mestre sempre foi cuidadoso com a sua arte mágica. Nas mãos erradas ela pode causar grande mal e caos. Será esse o motivo pelo qual os sem pelos guardam tantas pedras e artefatos inúteis dentro de suas tocas? Talvez tentem tirar de circulação todos e qualquer resquício de artefatos mágicos, sejam eles amuletos, pedras ou bosta seca. Não vou pensar sobre isso agora. O tal general rancoroso pergunta pouco, mas é sempre direto e conciso no que questiona. Sua voz é adequadamente rouca para nós. Talvez possa arriscar conversar com ele no idioma comum ao Povo depois. Ele diz que novas armas podem ser providenciadas a nós. Pelo visto nossa nova missão será muito mais complicada do que já nos foi possível ser até então. Será que todas as minhas cicatrizes foram apenas uma brincadeira de filhote? Sim!!! Até que enfim um desafio que possa consagrar o guerreiro. O objetivo e a glória! Tudo em um único caminho. Tal como explicou o estranho khilasa que lembra nossa amiga Nadja. Senti nele algo estranho, quase como a magia. Mesmo possuindo um aroma adocicado e pueril, percebo grande poder e experiência na sua fala. Quando empolgadamente disse que tudo que passaram agora faz sentido... quando percebeu que de fato encontramos os seus velhos companheiros de aventuras... pude sentir um nó em sua garganta quando falava dos tempos passados e uma preocupação crescente quando passava aos tempos futuros.
Os sem pelos confabularam e requisitaram segredos. Formaram uma aliança secreta. Eles precisam do Povo, mesmo que as vezes o desprezem, como desprezaram na cidade mais à oeste onde enforcaram um irmão. Mestre Yukkai desaprovou, mas é sábio não exercer desequilíbrio na ordem atual das coisas. Ele e Mestre Huo provavelmente foram grandes discípulos. Espero que possa honrá-los a altura.
Uma árvore parece ser a última das relíquias que realmente pode abrir o selo dos portões. É isso que os sem pelos desejam. Pude farejar a excitação no anão de pelos dourados que nos acolheu em seu grandioso templo. Descansaremos. Amanhã teremos uma longa caminhada.

Rog, 11 de Rijen de 418.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Tempos negros se aproximam.

A chegada a Kjord não poderia ser pior. O clima frio que se intensifica tornava a imagem dos enforcados mais depressiva ainda. Grimm e Rog correram a identificar os mortos. Compreensível, pois havia entre eles um khâd e um Gnoll. Caminhamos lentamente em direção à forca exposta em frente ao salão do Jarl.

"Que loucura é essa? Quem é o responsável por tal insanidade?" gritava Barristan ao pé da forca montada. Guardas se aproximaram. Tensão e sofrimento estavam claramente expostos na face rubra e desesperada de Barristan. Os ânimos se exaltaram! Em pouco tempo os guardas haviam sacado suas espadas, Rog rosnava ferozmente para eles, sua simples presença contendo-os de qualquer ação mais exasperada. Barristan havia soltado o corpo da mulher enforcada, aos gritos: "Esta é Ariane, dos capas vermelhas. Por que a mataram?" Dois capitães de Kjord saíram do salão do Jarl e já caminhavam ameaçadoramente em direção à Barristan. Grimm se interpôs!

"BASTA!!!" gritou Stenon, a todo pulmão. Símbolo sagrado em mãos, invocando o poder de Heimdall, o horn parecia crescer em presença e poder. Ninguém poderia lhe negar a atenção!
"Um engodo se passa aqui", continuou Stenon. "Somos aliados de Kjord e não arruaceiros indigentes. Abaixem suas armas e ouçam a razão. Discutiremos como civilizados o que se passa aqui!"

Uma longa conversa com a Capitã Liv nos colocou a par de inquietantes notícias. Os quatro enforcados eram considerados os líderes dos "esquilos", grupo de foras da lei que raptaram e executaram nobres de Kjord. Um força do rei foi formada e pacificou a situação. Prisioneiros foram julgados e condenados. Havia representantes das raças e organizações importantes: anões, gnolls, homens do rei, clérigos! Nenhum capa vermelha havia reconhecido Ariane, o que deixava Barristan ainda mais incomodado. Decidimos falar com Lady Emma, pedir que nos deixe examinar os corpos e conversar com alguns prisioneiros.
Sir Gideon se juntou a nós. Trocamos informações e o colocamos a par de tudo que havíamos feito e descoberto. Rog saiu no meio da noite e voltou apenas pela manhã, disse que foi ter uma conversa com os representantes do Povo. Eles não estavam satisfeitos com a situação, pois lhes foi negado tratar os criminosos gnolls conforme sua própria cultura. Foi uma noite longa e cansativa.

A conversa com Emma foi difícil! Conseguimos autorização para examinar os corpos e falar com os prisioneiros, mas nos foi negada a oportunidade de retira-los da forca, um desejo de Grimm e Barristan. Por determinação dela, eles deveriam ficar expostos como criminosos a servir de exemplo, até que seus corpos apodreçam. Lady Emma sabia de Ariane, e disse a Barristan que ela era uma traidora e assassina, e que os Capas vermelhas a denunciaram, duro golpe para nosso guerreiro.

Stenon examinou os corpos, soltou seus encantamentos, mas de pouco adiantou. O corpo de Ariane estava envolto em um encantamento, ele nos disse. Forte demais para que ele o quebrasse. Rog conversou com os prisioneiros gnolls, os Kaitifs (sem tribo), que foi como ele os definiu. "Roha atar gruphs!", assassinos desgarrados, traduziu Stenon. Grimm trouxe mais informações inquietantes! Segundo ele, os prisioneiros anões culparam Ariane pelo sequestro e assassinato dos nobres. Que após sua chegada, o anão que liderava os revoltosos ficou mais cruel. Mais um duro golpe para Barristan. Sua tensão estava clara, e não sei por quanto tempo ele a conterá. Por fim decidimos falar com Dagalor, pois por mais grave que a situação em Kjord possa parecer, ainda temos assuntos mais urgentes a lidar: Um artefato capaz de transformar clérigos em mortos vivos!!

As nuvens de outono nunca foram tão escuras! Tempos negros se aproximam...

Nadja, 09 de Rijen de 417.




quarta-feira, 6 de março de 2013

Afastamento.

"Há 20 anos, Kjar foi enganada. Uma bruxa com poderes ilusórios havia enganado o Jarl Kjar, forçando-o a expulsar anões e khilasas. Esse evento mostrou o lado racista dos homens de nossa terra, a ferocidade e negra concordância com a qual seguiam as ordens de seu iludido jarl. Ódio disfarçado de engodo.
A bruxa foi derrotada, o jarl morreu, as feridas mentais não se curam tão facilmente. Os anões evitam Kjar, os khilasa a abandonaram de vez."

Com a história que me foi contada uma vez por Irmão Dagalor, sigo minha jornada cabisbaixo em direção a Kjord. A aranha foi vencida, confundida pela floresta que sumia ao seu redor, com Barristan e Rog castigando seu flanco, espetada pelas flechas de Grimm, tiro certeiro, sob ataque mágico meu e de Nadja.
Mesmo esse triunfo não apaga a memória de minha mente.
 "A revolta foi vencida, haverá execuções em Kjord!" disseram os anões da fortaleza. "Os líderes eram anões, gnolls e aruks, e uma mulher." Essa mulher não se encaixa! Mas a execução dos anões, gnolls e aruks trará o ódio de volta. Maldita criatura do caos, sinto suas mãos em tudo isso.

A visão na chegada a Kjord é pior que meus pensamentos mais pessimistas. Corpos pendurados como aviso. Anões, gnolls e aruks. Uma antiga cantiga vem à mente: On the turning away, From the pale and downtrodden, And the words they say Which we won't understand. "Don't accept that what's happening, Is just a case of others' suffering, Or you'll find that you're joining in The turning away"

Devemos ser vigilantes!

Stenon

On the turning away (clicar e ouvir)


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O tempo é uma face na água


"Every year is getting shorter, never seem to find the time
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines"


Um abismo de tempo parece transcorrer entre o encontro com Niern e o enfrentamento da gigantesca aranha da floresta sombria. Serão os heróis capazes de derrotar tamanho desafio? Será que ainda sabem o que seus personagens podem fazer? Alguem se lembra da história?

Quem como eu quer voltar a jogar, comenta aí!!