quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A velha nova bruxa da floresta!


Corpo dolorido, cabeça pesada. Assim me senti quando acordei em uma rústica cabana de madeira. Parece que cuidaram de mim, e a julgar pelos meus ferimentos curados, mais dias do que a urgência de nossa demanda poderia permitir. Os demais estavam em cabanas similares, mas não havia sinal de Ulic, Malakir ou de Nadja.

Barristan.

As cabanas pertencem a um povo pássaro, os Aarakocra (ao menos acho que é assim que se pronuncia). Parece que servem àquela que nos trouxe aqui, a chamam de Rainha da montanha. O shaman da tribo fala algo do comum, e nos disse que sua senhora voltaria para falar conosco. Estamos sem nossos itens, por isso ficarei atento à noite.

Grimm.

Nós ir encontrar com feiticeira da montanha! Sem-pelo demoram demais em pensamentos e planos. Rog pegar itens direto com fêmea sem-pelo. Trilha indicada pelo shaman Aarakocra levar a caverna suja. A fêmea ser a sem-pelo mais imunda que Rog ver. Cheiro de chuva no ar!

Rog

Niern! O nome que perdura em nossos ouvidos ultimamente. Primeiro no sonho de Malakir, depois o diário que Malakir encontrou nas ruínas do mausoléu, por fim na Canção vermelha Harak falava da maga que roubou as gemas de poder.  Como pode um ser viver tanto, e através de artes tão nefastas. A criatura, pois me recuso a enxerga-la como um ser humano, vive transferindo suas forças vitais para as filhas e todas convivem no mesmo corpo a mais de 400 anos.  A mesma Niern que treinou com Olden Mur, na antiga Estocol, a mesma que assassinou Myll, que por fim se tornou a bruxa da floresta e sua filha, novamente Niern, uma das heroínas do novo reino. Sempre em busca de poder, sempre deixando todos os demais para trás, numa incansável busca por poder. Custo a crer que a mesma menina descrita nas canções, como perturbada e frágil, agora tem em si o poder de feiticeiras antigas e poderosas... e ainda mais. Que Heimdall nos proteja.

Stenon

O cheira-livros não morrer! Como pode ser, se seu cheiro passar? Que maldita bruxaria faz uma mãe destruir filhotes? Marcas de morte no corpo do cheira-livros! Magia ser coisa ruim, destruir filhotes e famílias. Destruir montanhas, para buscar mais! Um movimento e mim arrancar cabeça de feiticeira, mas feiticeira morrer?? Rog achar que não! Que fazer?

Rog

A mulher é louca, grita e fala como se não estivéssemos aqui. Suas múltiplas personalidades brincam conosco, indo e vindo, de uma mulher experiente e perigosa a uma menina infantil e furiosa. Ela guarda dentro de si um demônio da montanha! Chariou!! Isso a destruiu por dentro. Mas seu poder é considerável, estamos pisando em ovos. Espero que o cão peludo raivoso ou os justos e idiotas homens não ponham tudo a perder!

Grimm

Minha irmã! Então parte do meu passado me persegue! Minha própria mãe me descartou, criou-me como um experimento falho. Kalastur, meu mestre apenas buscava vingança sobre minha família! Como saber o que havia em minha mente antes que ele a apagasse? Todos me usaram, minha mãe, meu mestre! Meu corpo é um experimento à morte, uma regeneração constante, não me serve nem como base de estudo. Maldita mãe e maldito Kalastur! Mas paciência, assim vocês me ensinaram, paciência e resiliência. Pagarão por isso!

Malakir

-Como podes confiar na criatura negra? O visionário é agente da Discórdia, sua palavra é veneno!! Se ele diz que absorver o que resta da montanha a fará completa é porque não fará, não percebes?!!! É um enganador!

Barristan.

-Não importa! Lhes contei minha história, agora devo destruí-los antes que tentem me impedir como o visionário previu. Sei que não permitirão que eu destrua a montanha e sua amada cidade junto.

Niern, com a voz velha e cínica de Norna.

-Ora, isso não é verdade! Iremos ajuda-la! (todos olham alarmados para Grimm) Sim, pois temos algo que nem as gemas lhe deram. Sob nós caiu o fardo de saber o que virá.

Grimm

-Não minta para mim anão! Posso extrair a verdade de suas palavras, não ouse tentar me enganar.

Niern, com a voz furiosa da primeira Niern.

-A khilasa que abondastes na fortaleza de Blakmork pode ver o que virá, assim o creio, pois Harak disse que os homens não foram feitos para ver o futuro, e os khilasa haviam esquecido como fazê-lo. Leve-nos até Nadja, e se ela conseguir ver o que virá, poderá lhe dizer se a palavra do visionário negro é verdadeira ou falsa.

Grimm, com um sorriso no rosto.

- Sim, os khilasa podem saber! E os levarei, pode ser! Mas antes vamos confabular um pouco mais! Temos visita.

Niern, com sua voz infantil e esperançosa.

Rrrrrrrrrrrrrraghhhhhh!!!! Sinto o cheiro do homem de preto!

Rog.

HAHAHAHAHAHAHAHHAHAA!!! “a risada é conhecida e assustadora, mesmo quando deveria se mostrar ingênua e pura, ela carrega um tom de morte e desespero.”

Cuidado com o tipo que anda, o corvo da tempestade, suas palavras são veneno e más notícias sua carga. Seu olhar de homem bom carrega discórdia e perfídia!

Stenon.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Visita inesperada!

When you came in the air went out.
And every shadow filled up with the doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A canção vermelha e bruxa da floresta!


Arrgh, a dor! A gigantesca aranha expeliu uma nuvem de gás venenoso. De relance vi Nadja, Barristan e o companheiro de Grimm caírem. Eu mesmo não sinto mais nada. Sons de batalha, o grito de dor de Stenon, correria! Rog me puxa e coloca sobre seus ombros, me levando para torre que havíamos avistado. Seria a fera que enfrentamos o espírito da floresta de que falavam os homens de Ankior?
Encostado nas paredes estranhas da construção vejo Stenon atender aos ferimentos da khilasa e percebo seu suspiro de alívio ao terminar de analisa-la. Barristan também parece bem. O olhar de perda de Grimm fala por seu aliado Ulic. Aí vem Stenon, já era hora, não sinto nada, dor, frio ou calor. Como se estivesse enclausurado em meu corpo, mesmos os sons são longínquos e distorcidos.
Porque Stenon não faz nada? Onde estão suas curas? Onde está seu maldito deus? Poruqe não me movo? Não, não morri, eu posso ouvi-lo!!! Volte Stenon, faça sua mágica maldito!!
Ao longe ouço a voz de Harak, o viajante vermelho, contar sua história. Ouço-o falar o nome Niern, será a mesma do diário que porto? Porque esses idiotas não o pegam entre meus pertences?
Ela chegou...as últimas palavras que ouço de Harak. Mesmo nesse estado de torpor eu percebo a magia poderosa que se aproxima. Fujam!!! Tento gritar, mas nada meus lábios não se movem. Ouço o voz de Barristan, trêmula pelo pavor: PERE!!! Ouço o rugido de dor do Gnoll. Sinto a magia no ar e então vejo o rosto dela. Magro, sofrido, desgastado por uma luta interna. Ela tem espanto no olhar ao me encarar no chão da torre, me olha com reconhecimento. Quem é ela?
“Isso muda tudo!” ela diz, e conjura novamente. E não estamos mais na torre khilasa perdida em Blakmork.
Malakir.

Obrigações!


Espero que meus companheiros tenham se saído bem na Floresta Sombria. Deixei uma nota com os lenhadores de Ankior, dizendo da necessidade que tive de voltar a Kjord e o que aconteceu no ancoradouro clandestino.

“Meus caros companheiros, eu e os anões tivemos uma fácil vitória no que sobrou do antigo ancoradouro. Digo antigo, porque agora não é mais do que um monte de cinzas, pois foi o que fizemos após rechaçar a pequena resistência que lá havia. Parece que os líderes dos malfeitores partiram no Drakkar que ficou ileso e deixaram alguns para tentar consertar o que Grimm ateou fogo. Não tiveram esse tempo! Após algumas mortes, eles se renderam, e eu apliquei a justiça lá mesmo, usando as árvores como forcas. De toda forma, os líderes escaparam, e pelo que me disse Ilaturak, o aruk, ainda permanecem com uma escrava. Tenho a obrigação de relatar tudo isso a Lady Emma, por isso parto para Kjord. Voltarei para encontra-los caso não venham para Kjord. Deixem menção de onde forem nos caminhos por onde passarem, para que eu os encontre, caso o destino nos separe. Que Heimdall vigie seu caminho. Sir Gideon.”

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Não se ganha uma batalha com veneno!!


Rog se preocupou mais quando ficou sabendo por Stenon que no meio dos escravos que estavam presos no ancoradouro clandestino havia um do Povo. Grimm foi bem detalhista quando disse que a alma de seu irmão estava quebrada e ele não via sentido em resistir. O anão se mostrou valoroso mais uma vez ao fugir do cárcere e vir trazer todas as informações valiosas, mas agora era preciso agir rápido!
O plano já estava definido. Rog não compreendia muito bem como os sem-pelos poderiam ser tão covardes a ponto de preparar um veneno derramar no poço. Isso só poderia ter saído da cabeça de algum humano desonrado. Ainda que o gnoll não renegasse o valor de seu uso, veneno e magia não são armas de um guerreiro.
Mas o plano era bom. Entrar na calada da noite em barcos de pescadores pelo cais, esgueirar-se até a casa onde os escravos estavam e com a ajuda de alguma magia que os fariam passar despercebidos, livrar a todos. Derramar o saco com a emulsão que o mago cheira-à-livros havia preparado no poço e fugir de volta pela água levando os escravos. No meio dos pensamentos simples do jovem gnoll, um plano de tão simples execução sempre é a melhor alternativa, porém não entendia porque demoraram tanto para concebê-lo.
No decorrer da noite, viajaram pela água beirando a praia. Logo ao chegar próximo ao acampamento perceberam que nada seria tão simples quanto o plano deixou transparecer. Os contrabandistas estavam preparando para deixar o acampamento e estavam carregando seus drakkares com tudo que ali havia. O movimento era intenso e não parecia que ia se estender pela noite toda. No entanto, a fêmea Kilhasa avistou uma caverna próxima a um lugar ermo e então o grupo rapidamente se esgueirou por entre as fendas. Encontraram uma pequena enseada com um barco de fuga escondido. Rog farejou alguns pertences ali e entre eles alguma ração, adagas, pederneiras e um cobertor. Nesse meio tempo Grimm encontrou um buraco no teto da pequena caverna e subiu. Rog o seguiu.
O buraco saia entre alguns arbustos logo abaixo de uma torre de observação do acampamento. Grimm fez sinal para Rog ficar e se esgueirou furtivamente para a torre. Dois vigilantes desatentos. Fácil demais para o anão, mestre na arte da emboscada. Rapidamente e com a habilidade de ser silencioso, o anão deu cabo do primeiro vigia e subiu para derrubar o segundo. Enquanto este estava grunhindo no chão, Rog chegou para quebrar-lhe o pescoço e finalizar sua dor. Despiram-nos e os demais se juntaram aos dois na torre. Nadja ficou no barco de vigia à porta da caverna e Malakir na parte de dentro para o caso de uma saída rápida. Stenon e Barristan se disfarçaram tal como Grimm havia feito antes. Este já havia avançado furtivamente. Stenon lançou uma magia na espada de Barristan e tudo ficou silencioso a sua volta. Ainda bem, pois Rog já não suportava mais ouvir tantas discussões sobre o próximo passo a ser dado. Eles precisam agir com muita presteza ou...
Um grande clarão chamou a atenção de todos! A casa onde os escravos haviam sido trancafiados havia sido passada nas tochas. Seu telhado em chamas oferecia um espetáculo de terror. Rog se precipitou a corre, mas Barristan o deteve. Ele fez vários sinais para que Rog o seguisse. O gnoll mesmo sentindo a urgência correu atrás do guerreiro sem-pêlos e seu amigo clérigo. Logo os dois pararam para mais uma vez discutir, dessa vez em sinais, quando um soldado veio para o lado deles. Armas foram desembainhadas e uma luta começou. “Não há tempo para isso” – pensou Rog que deixando seus dois amigos cuidarem dos soldados correu como um louco para a casa em chamas. Pela velocidade e peso do corpo de Rog, fácil foi quebrar a parede de madeira com o impacto. Uma porta se fez e o gnoll se viu dentro da casa em chamas com um alçapão ao fundo. Usando seu machado ele abriu a porta no chão e várias pessoas em pânico começaram a sair. Seu irmão gnoll estava lá também. “Mais um?!” gritou ele confuso.
“Irmão, sai já! Não há tempo a perder. Leve essa fêmea sem-pelo com você.”
Tomando-a no colo o gnoll aquiesceu e respondeu:
“Ainda há dois amarrados lá dentro.”
E correu. Barristan e Stenon entraram pelo buraco feito por Rog e começaram a ordenar a fuga dos escravos. Rog desceu a porão e cortou as cordas que prendiam dois escravos. Um era um Aruk. O outro um normando. Ambos torturados até a exaustão. Rog os colocou nos ombros e correu. Saindo da casa em chamas percebeu a mulher que havia confiado ao seu irmão gnoll jogado no chão, tonta, e percebeu que não havia honra também em alguns do seu próprio Povo. Colocava a mulher de braço dos braços quando ouviu gritos vindos do porto. Os homens que haviam entrado nos drakkares tinham percebido a tentativa de fuga e armavam suas flechas contra eles. Seriam um chuva vinda de céu com suas pontas afiadas atravessando a todos, mas no último instante, ouviu-se um estrondoso BUUUUUUUM!
Rog, não pode dizer com certeza, mas percebeu um anão se esgueirando pela proa do barco e pulando ao mar antes da explosão. Algo dizia a ele que isso era mais uma armação de Grimm. O mestre anão realmente sabia usar de sua frieza para resolver as coisas com grande estilo.
De volta aos barcos, a meio caminho de volta, foi que os heróis perceberam que a emulsão não foi atirada ao poço. Como Rog havia pensando, grandes vitórias não se ganham com veneno e sim com coragem.
O escravo humano desmaiado finalmente acordou. Grimm disse que ele era o verdadeiro Ulic. Ele se mostrou muito grato e em débito. Quando chegaram à vila, os heróis encontraram um grupamento de anões no dia seguinte. Podendo estes ficar na vila para dar cobertura a um eventual ataque vingativo por parte dos contrabandistas, o grupo decidiu por ir a atrás do Viajante Vermelho mais uma vez, rumo a torre na floresta assombrada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fuga pela floresta

Ulic não era Ulic, mas sim Galrus, o líder dos bandidos disfarçado. Maldita hora que aceitei tentar infiltrar nessa escória. Com os números contra mim, nada a fazer a não esconder alguns apetrechos nos meus muitos bolsos e torcer para que não sejam encontrados.

O verdadeiro Ulic está comigo agora, amordaçado e espancado, parece que estamos sendo levados para o tal ancoradouro clandestino. Devo ficar atento e aproveitar a primeira chance de fuga.

Fui colocado com outros prisioneiros, notadamente um Aruk e um Gnoll, além do próprio Ulic. Os demais parecem pessoas comuns, sem reação.
Após uma longa conversa com o Aruk, Ilaturak é seu nome, descobri algo sobre os bandidos. Parece haver dois líderes, Galrus e Korak, sendo o segundo um khâd como eu, e traficante de escravos. Isso não soa bem, quanto antes escaparmos melhor!

Fizemos um plano, as barras de madeira não nos impedirão. Sairei furtivamente, Ilaturak e Ulic sairão ao meu sinal. Abrir o alçapão foi brincadeira de criança, me esquivar dos quatro guardas não parece tão fácil. Há escombros no local, farei a volta neles e atacarei.

Maldita sorte!! Os guardas ouviram algo, e agora estão procurando, espero que meus circunstanciais aliados não façam nada estúpido. Mas parece que exigi demais...
Ilaturak saiu como uma besta em fúria de dentro do alçapão. Os guardas o derrubaram facilmente. Ulic não se manifestou. Só me resta uma coisa a fazer: fugir!

Se me lembro bem do mapa que o falso Ulic nos mostrou, minha esperança se encontra no sul, a floresta sombria Darkmork, não me procurarão lá. Espero que por pura superstição...




quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Enquanto isso em Ankior...

Meus companheiros partiram nessa tarde, com destino a enigmática floresta sombria. Grimm e Ulic, nosso anfitrião, partiram em direção ao ancoradouro clandestino.
Aproveito as horas para conhecer um pouco os lugarenhos dessa pequena vila. Tem uma vida simples, de trabalho nas florestas (dois terços dos homens são lenhadores), caça, pesca. Comerciante vem do norte a cada dois meses. Nenhum tipo de perigo, pois o sul é fechado por uma floresta que todos temem, inclusive os animais. As montanhas são intransponíveis. 
Zuitar é o líder dos lenhadores, e uma espécie de ancião da vila. Seu filho, Yoken, deve seguir no lugar do pai, uma espécie de nobreza insipiente, e poucos sabem que as terras daqui pertencem a meu avô, o Velho Ulfendyr.
Sobre a floresta, pouco me foi dito, ainda parecem receosos quanto aos estranhos do norte, como percebi que nos chamam. Parecem com medo.

O fim do dia se aproximava, quando algo me chamou a atenção. Ulic e mais seis homens, quatro deles lenhadores que já havia visto na vila se aproximaram. Ulic não deveria voltar antes de amanhã!
Usei das bençãos colocadas sobre os paladinos de Heimdall para perceber intenções malignas. Quase desnecessário, estavam todos armados, e os camponeses se afastavam de sua chegada de modo subserviente, mas não surpreso. Foi quando subi ao dorso de Sleipnir, e bradei: 

- Não temam, povo de Ankior, pois está entre vós um que luta contra o medo e a opressão. Bandidos não serão páreos para a justiça que Hofud, a espada dos nossos ancestrais, trará sobre suas cabeças.

Em galope, atropelei o primeiro homem. O que foi suficiente para que os homens de Ankior, investidos de coragem, reagissem e atacassem com pedras e paus os malfeitores ali presentes. Mas o líder Ulic, o traidor, fugiu com dois de seus homens, e mataram dois lenhadores em sua fuga. Serão vingados.

A noite foi de vigília e confabulação. Agora os camponeses se abriram, contaram que há muito vem sendo oprimidos por malfeitores e escravagistas. Decidimos pedira ajuda aos khâd da fortaleza ao norte e preparar uma grande fogueira, para alertar meus companheiros que algo não vai bem. Me preocupo com Grimm!

Sir Gideon.