O que une as pessoas em um direção? O que faz estranhos trabalharem juntos com um único objetivo? A busca por um novo propósito ou a amargura de perder a família? A devoção quase fanática a uma causa? A busca incessante pelo conhecimento? Pela justiça? Vingança por uma infância ruim?
Sentados sob a fraca luz de uma forja semi-acesa, aguardavam o retorno do skaldo. Quando finalmente ele adentrou a humilde casa do forjador, carregando um pesado tomo, a menina se levantou e disse com seu carregado sotaque khilasa: Agora somos ka-tet, um de muito e único!
