Derrotamos os homens que aprisionavam o gnoll! Meu lorde estaria orgulhoso, rendi três deles sem que sequer sacasse a espada. A cavalaria é mesmo uma bela arte.
Amarramos os homens, almas perdidas, mercenários. Interrogamos os três, são capangas, contratados ignorantes. Devem ser levados para que o lorde Jarl pratique sua justiça, não ao Cotarr, pois esse parece envolvido nos crimes, portanto aguardar seria mais prudente.
Segundo os capturados, o gnoll seria levado a uma antiga ruína, e lá deixado para qualquer que seja o destino que o esperasse.
A khilasa estudou o destino de Rog. Servos escuros o aguardavam em seu destino. Depois de muito confabular decidimos nossa rota de ação.
Nos disfarçamos de mercenários e conduzimos a carroça com a caixa para as ruínas descritas pelos homens de Cotarr. O gnoll segue dentro da caixa, com amarras falsas, numa espécie de armadilha (creio já ter lido algo sobre isso, um conto infantil talvez, a cidade de Príamo se não me engano).
Afastamos a carroça com os mercenário amordaçados e presos. Nos posicionamos em um meio círculo a cerca de 100 metros da caixa, deixada no centro das ruínas. E ali observamos!
Não demorou muito e pessoas (vultos delas, pois a iluminação da lua é fraca) se aproximaram da caixa. Grimm sorrateiramente se aproximou. Aguardamos! Algo não está bem...
Seis dos vultos correram na direção de Grimm, o anão foi descoberto! Eles caminham de forma estranha, não são homens, não mais!! Heimdall nos ajude, são mortos!!! Os mortos caminham na noite!! Montei em meu cavalo e parti em direção a Grimm, ao longe escuto Stenon e Nadja a galope. O gnoll corre perigo!!
À batalha!!!!
Sir Gideon Ulfednarson.
Malditos drenadores de níveis...
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